segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

blue monday - essa aldrabice tão fiável




Não sei se já ouviram falar dessa espécie de mito urbano que é a existência de um dia no ano que é oficialmente o mais deprimente de todos - a blue monday. É obviamente uma cena meio absurda de psicologia barata, mas tem graça. Normalmente calha na terceira segunda-feira de Janeiro - existe uma fórmula e tudo, que se baseia em vários parâmetros para calcular o dia a que calhará em cada ano. É a chamada pseudo-ciência ou banha da cobra, mas eu tenho de reconhecer que todos os meses de Janeiro inteirinhos me parecem bastante deprimentes (como o resto do Inverno, em geral) e todas as segundas-feiras também. É por isso que sempre achei piada a esta teoria. Foi hoje. Faltam pouco menos de duas horas para terminar. O mais intrigante é que, aparentemente, estatísticas comprovam que neste dia há um pico no número de currículos enviados e no de suicídios. O Inverno é duro no hemisfério norte. Mas calma porque,  pela mesma lógica, algures em meados de Junho, há-de chegar o dia mais feliz do ano.





quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

costurar animais em tecido - o meu elefante!



De vez em quando preciso de actividades manuais para desanuviar. Quase todas as semanas me proponho fazer uma ou duas coisas manuais novas mas nem sempre gosto do resultado final. No caso deste elefante, gostei. Está fofo, não está? Acho que ficou tão roliço e gordinho que é mesmo engraçado. Mesmo elefante. :)

Também correu bem um pinguim que fiz há uns anos. Dessa vez ofereci-o como presente mas agora falta-me coragem. A miúda em mim quer ficar com ele.






domingo, 8 de janeiro de 2017

Pavlova de maracujá



Já tinha saudades. Pavlova de maracujá era a sobremesa mais assídua nas festas e refeições especiais cá em casa durante um tempo mas agora não a fazia há anos. Esta semana comprei maracujás e apeteceu-me recriar esta maravilha. Nem me lembrava do bom que fica o contraste entre o doce do merengue e o ácido do maracujá! Não devíamos esquecer-nos de coisas assim. Um hábito a retomar (de vez em quando, pelo menos!), sem dúvida!

Pavlova de maracujá

3 claras
12 colheres de sopa de açúcar
1/2 vagem de baunilha
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de chá de vinagre de sidra
200 ml de natas
1 colher de chá de açúcar
5 maracujás

Alterei um bocadinho as quantidades (e alguns ingredientes) mas a preparação é a mesma que descrevi aqui, na primeira vez que a fiz. Continuo a recomendar. Muito.





sábado, 17 de dezembro de 2016

uma casa portuguesa



Demolhar demoradamente grão e bacalhau, mudar as águas umas quantas vezes, lavar e cortar uma gigante couve portuguesa, cozer tudo em separado (mas acrescentar uns ovos biológicos bem amarelinhos no centro) e depois servir com muito azeite, cebola e salsa. Acompanhar com broa de milho e um vinho tinto do Dão. Dia ganho.

Cá em casa somos muito portugueses nisto, não precisamos de emigrar para passar a dar valor aos pratos tradicionais. Mas é impossível ter uma refeição assim na mesa e não nos lembrarmos com muito carinho e saudade de todos os amigos que, pelas mais diversas razões, vivem agora noutros países. Sabemos as saudades que têm disto. É duro, gente, estamos convosco!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

aninhar - v. pron. Recolher-se em ninho. Agasalhar-se; conchegar-se.




Estou recostada no sofá, ao lado do pinheiro de Natal iluminado, embrulhada numa manta e com o portátil no colo a ver ( fi-nal-men-te) Gilmore girls - A Year in the Life. Se uma caneca de chá preto com especiarias acabada de fazer tivesse pernas e viesse ter comigo sozinha, o fim de tarde era perfeito. Assim, está quase lá! :)

Tive de clicar "pause" para vos vir dizer como o cheirinho a pinheiro natural a espalhar-se pela sala é bom. É mesmo! Se também se pudesse clicar "pause" na vida, este era um daqueles momentos em que gostava de demorar-me um bocadinho mais!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

a - bran - dar


grinalda natural (laranja, gengibre e maçã desidratados, folhas de louro e de oliveira, paus de canela, estrelas de anis, caules de cavalinha, fio de juta e agulha)

A minha falta de assiduidade por aqui não é voluntária. Não tenho tido tempo para nada e nem imaginam o quanto me custa aceitar isso - principalmente no Advento, em que seria suposto abrandar. Ainda não me rendi. Hei-de conseguir acalmar. Hoje, por exemplo, decidi-me e tirei parte da tarde para desacelerar. Fui escolher um pinheiro natural com calma e fiquei até há pouco a abrir as caixas de enfeites e a decorá-lo. Soube tão bem! Chegou a 6 de Dezembro - nunca na vida tinha deixado para tão tarde - mas como fica até 6 de Janeiro, ainda temos um mês inteirinho para usufruir dele.

E estou delirante porque o jantar de consoada da família vai ser cá em casa este ano. Quem me conhece sabe que isto é das melhores notícias que me podem dar. :)
Vai ser bonito.

domingo, 27 de novembro de 2016

bolo de cacau e outras coisas boas



Sou um bocadinho obcecada com cacau. Não sou daquelas pessoas que não resistem a chocolates, mas o amargo do cacau puro... esse sim, é capaz de me tentar!


Bolo de cacau saudável (sem glúten, sem lactose, sem sacarose...)

50g de cacau
3 ovos
125ml de água quente
150g de farinha de amêndoa
200g de açúcar de coco
150ml azeite

Misturar tudo e levar ao forno a 180º durante cerca de 30 a 40 minutos (o tempo depende da forma escolhida).

Se o acharem pouco doce, polvilhem com açúcar de confeiteiro e arruínem o adjectivo "saudável". Ou então não, aguentem firmes!


Dia de Acção de Graças - Thanksgiving Day



Este ano, uma vez mais, agradecemos juntos. Na quinta-feira passada, celebrou-se em vários países o Thanksgiving. Na Igreja Baptista da Graça, juntámos-nos para jantar e pudemos ouvir contar a História que deu origem a esta celebração. Foi tão bom!



sábado, 26 de novembro de 2016

Saco de lã às riscas



Tinha visto, já há algum tempo, uns sacos coloridos feitos em crochet assim às riscas e pareceu-me uma boa forma de aproveitar os restos de novelos de lã que tinha por casa. A ideia ficou pendente à espera de tempo mas, finalmente, meti mãos à obra e terminei o meu saco na semana passada. Fica prático, leve e relativamente giro. Pode usar-se mesmo assim ou ser levado dentro da mala para qualquer lado.

Demorei alguns serões a fazê-lo mas, agora que anoitece cedo e está frio na rua, apetece mais ficar em casa e esta foi uma boa alternativa para ter as mãos ocupadas enquanto espreitava as minhas séries favoritas e alguns filmes. Não consigo ficar sentada a olhar para um televisor sem estar a fazer outra coisa ao mesmo tempo - se não fosse isto, estaria com um caderno, um livro ou uma revista na mão.


Deixo-vos a ideia, para o caso de serem como eu e guardarem todos os restinhos de lã sem saberem muito bem como os irão aproveitar depois. É também um presente giro para se oferecer e esta é a altura certa do ano para se ficar rodeado por lãs e coisas quentinhas.

Bom fim-de-semana!



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

:)






terça-feira, 22 de novembro de 2016

decoração DIY: simples, rústica e natural



Bem sei que é recorrente ouvirem-se pais e mães a dizerem aos filhos que "não se deve brincar com a comida", mas não concordo. Uma vez por outra, não só não faz mal nenhum brincarmos com a comida, como é bem mais saudável do que enchermos a casa com decorações cheias de plástico e tintas tóxicas. Então aqui fica uma ideia muito simples de decoração natural. Usei apenas arame e pops de trigo (grãos de trigo tufados). Se quiserem pendurar, vão precisar também de um fio (usei ráfia vermelha, mas qualquer fio, linha ou cordel serve). É só mesmo necessário dobrar-se o arame a meio e ir furando cuidadosamente os pops à medida que se espetam de um e outro lado. O coração fecha-se depois em cima, espetando ambas as pontas num só grão tufado.


Em alternativa aos pops de trigo, podem usar-se pipocas, arandos ou outros frutos secos que sejam igualmente fáceis de furar. É tudo uma questão de terem ideias e de as testarem. E claro que não é obrigatório fazerem corações (só é mais fácil!), podem tentar estrelas, coroas... 
                                         ... inventem e divirtam-se!


domingo, 20 de novembro de 2016

prioridades: comer bem e devagar



Os meus almoços nos dias úteis são sempre tardios (por volta das 15h ou 15h30, às vezes mais tarde). Podia almoçar mais cedo se não fizesse questão de me sentar e comer devagar, mas faço. Tenho tentado preparar sempre refeições rápidas e saudáveis mas já estou a assustar-me por antecipação com a chegada do frio a sério. No Inverno não apetecem tanto as saladas frias e sou muito menos criativa. Começam a apetecer-me pratos que demoram muito mais tempo a preparar...

Podemos saltar já para a Primavera? Vá lá!

Salada de quinoa branca com alface, manjericão, ovos cozidos, mini-tomates chucha, azeitonas e mozzarella

sábado, 19 de novembro de 2016

tech-free por uns dias



O meu telemóvel deixou de funcionar no sábado por causa de uma queda (passo a vida nisto!) e estive quase toda a semana sem o substituir.
Acho sempre graça a passar uns dias sem telemóvel para perceber se ainda sei viver sem este excesso de tecnologia à nossa volta. Gosto muito da liberdade que se começa a sentir ao fim de 2 ou 3 dias (no início só temos a sensação de que o mundo nos está a passar ao lado). Ganhamos muito tempo. Os dias parecem mais longos.

É um bom exercício, recomendo.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

tenho de falar na Lua, vocês sabem


Anoitece tão cedo! Os dias a acabarem pouco depois das 17h30 são talvez o mais deprimente do Inverno. Não me é natural viver sem o Sol a brilhar lá fora. Como se não bastassem as nuvens a escondê-lo, ainda cai a noite a horas impróprias. Nos últimos dias tem havido uma Lua pujante quase a contrabalançar a ausência solar mas hoje, depois de tantos alertas, consegui vê-la mesmo a surgir, vermelha no horizonte, a "subir" rapidamente pelo firmamento escuro, cada vez menos vermelha e mais amarela e luminosa.




Hoje, não me interessa que a designação Super-Lua seja pouco científica, a verdade é que a Lua estava mesmo... Super!



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

móveis antigos - integrar ou transformar?



Faz uns meses que esta beleza clássica veio morar cá para casa. Uns amigos estavam a precisar de mais espaço e de fazer algumas obras e melhoramentos na sala (num apartamento, com 3 filhos rapazes e uma cadela labrador, todo o espaço é pouco) e não sabiam bem o que fazer a este aparador (eles chamam-lhe louceiro!). Como conhecem o meu fraquinho por móveis antigos e sabiam o quanto eu gosto deste aparador em particular, ofereceram-mo (!!) e só tive de pagar a mudança/transporte (o que ainda foi considerável, mas valeu bem a pena pelo tanto que gosto dele!).

Agora, a razão pela qual vos estou a contar isto tudo: o móvel é um espanto, em madeira maciça com aquele cheirinho bom, mas parece-me que um restauro com um toque de modernidade lhe podia assentar mesmo bem. Só que custa arriscar pintar por cima de madeira de qualidade sem ter a certeza do que quero. E também gosto muito dele assim, mas não estou completamente convencida com um móvel tão escuro na nossa sala que já tem chão em madeira escura. Essencialmente, estou a pedir-vos opiniões. Uns amigos sugeriram-me apenas a substituição dos puxadores, o que já faria muita diferença, mas os originais são grandes e deixam marca na madeira, a menos que os substitua por outros ainda maiores...

... help!



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