quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Julho a todo o vapor



Tenho andado um bocadinho mais desaparecida que o habitual. Para além da preparação para as férias, do trabalho, das pequenas tarefas domésticas diárias e das muitas solicitações inesperadas que vamos tendo todos os dias, alguns de nós ainda têm o desplante de embarcar em desafios exigentes e que requerem uma imensidão de tempo. É verdade, não é? Somos "palermas todos os dias", no fundo é só isso.

Já tinha falado por alto sobre os meus planos mas agora passei à prática e estou mesmo a pintar a nossa casa. Sim, sozinha. Comecei pela sala. Tenho aproveitado as 2 a 3 horas de luz natural que ainda consigo ter depois de regressar a casa do trabalho e, para já, não está a correr muito mal. Pelo menos, queima mais calorias que ir ao ginásio!

Entretanto, vou espreitando o nascer diário do Sol - que no Verão é das minhas coisas preferidas - e ainda arranjei uns minutos para criar um pequenino jardim de suculentas, as únicas plantas com reais hipóteses de sobreviver ao calor enquanto estivermos fora.

Falta pouco mais de um dia!


pinturas - ou o que resta da nossa sala por estes dias

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

luz ao fundo do túnel - quase férias!








Falta uma semana para as minhas férias de Verão chegarem. 7 dias. Um fim-de-semana chuvoso, mais 5 dias úteis de trabalho (com muito para terminar e organizar) e 2013/2014 fica pronto a arquivar para a posteridade.

Sinto-me quase capaz de marcar com tracinhos na parede o tempo que falta para a liberdade! E vocês? Descanso à vista?

a pé por Lisboa








Atravessar o Aqueduto das Águas Livres. Ver a cidade por outro prisma. Sair do reboliço de Campolide directamente para a placidez de Monsanto. Conhecer. Reconhecer. Perceber como Lisboa é só uma grande aldeia. Já tinha ouvido falar muitas vezes mas nunca tinha feito o percurso do aqueduto. Já foram? A vista deixa muito a desejar, mas o aqueduto é realmente bonito e imponente para além de já ter sido muito útil e até indispensável ao quotidiano da cidade. Se quiserem um passeio diferente, fica a ideia (levem chapéu e água!).





terça-feira, 15 de Julho de 2014

forasteiros como nós






Esta é a minha Lisboa. Os sítios onde me vou habituando a sentir em casa.

Um bocadinho como estes "papagaios" que observei por longos minutos esta semana, em bandos, junto ao Jardim Botto Machado. Acho que são Jandaias (provavelmente Aratinga holochlora), nativas do México e de outras zonas próximas na América do Sul, que devem ter fugido de gaiolas e se adaptaram ao clima da cidade. Claro que não é natural, mas a maior parte das árvores da cidade também vieram de outras partes do mundo, é uma promiscuidade biológica cada vez mais inevitável. Ecologia e moralismos àparte, gostei tanto de as ver saudáveis e em liberdade! Estavam em casa.


segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Final do Campeonato do Mundo de Futebol












A final da copa cá em casa. Boa companhia e muita "trash food", como pedia a ocasião.

Em dia de bola, ganhou claramente a Lua.


quinta-feira, 10 de Julho de 2014

saladas de Verão que saberiam bem o ano inteiro




Salada quente e fria

alface (frisada e roxa)
rúcula
tomatinhos-chucha
manjericão
salsichas de frango grelhadas
ervas aromáticas a gosto
vinagre balsâmico
azeite
croutons

terça-feira, 8 de Julho de 2014

pão e petiscos



Há coisas que sabem muito melhor ao ar livre. Saladas, grelhados e petiscos são os nossos preferidos na varanda. Acabar o dia à mesa com a brisa do rio, flores, pão fresco bom e cheiroso, petiscos e margaritas acabadinhas de fazer, é acabar em grande. Levem a mesa para a rua!

Enquanto as férias não chegam e os dias ainda são de trabalho, só vivermos num país com um clima como o que temos em Portugal é um motivo enorme de gratidão. E estou tão feliz com a temperatura a subir para os próximos dias! Enche-te de luz, Lisboa!



sexta-feira, 4 de Julho de 2014

quinta-feira, 3 de Julho de 2014

quando "cinzento" não é um adjectivo sinónimo de triste, só uma cor


pintar com cores neutras

Estou numa demanda para desfeminizar a nossa casa. Cheguei à conclusão que não é lá muito justo impor casas excessivamente femininas aos homens que connosco as partilham. Coisas minhas. Falarei disso noutra altura, com mais tempo. Nessa onda de desfeminização dos espaços entra muito bem o cinzento, uma cor desde sempre masculina que agora está tão em voga e nos aparece também tão feminina em vários contextos. Um equilíbrio neutro que permita encontrarmo-nos a meio caminho.



Este tecido plastificado que tenho usado para fazer os sacos para o automóvel , é o mesmo em que não resisti recortar uma toalha para a nossa mesa grande da sala (ainda a duvidar se as bolinhas serão uma meninice desculpável ou não). Há tanto que precisava de toalhas assim para o dia-a-dia, nada elegantes mas em tudo práticas. Basta passar um pano húmido e já está limpo! Além de que protegem as madeiras dos desgastes quotidianos, dos pingos de gordura, dos refrescos que se entornam, das gotas de vinho ou dos pingos de molho de morango que encontram sempre forma de chegar à mesa. Resolvido!

Quanto às paredes... que me aguardem. Não perdem pela demora.

quarta-feira, 2 de Julho de 2014

magnólias




É uma magnólia, flor da Magnolia grandiflora, uma árvore de grande porte, oriunda dos Estados Unidos da América, que agora já encontramos em vários sítios pela Europa. 

Esta veio parar cá a casa. Como em todas as magnólias, a flor é de uma beleza incrível. Esta é a maior de todas e a isso deve o nome científico "grandiflora". Supostamente, a flor chega a ter 30cm mas acho que a minha até é maior! Tem pétalas rígidas de um branco bonito e, por onde passa, liberta um aroma intenso que me faz lembrar citrinos e baunilha.

Sou só eu que fico sem palavras?
Quais são as vossas flores preferidas?

terça-feira, 1 de Julho de 2014

sabores portugueses





Pequenos-almoços memoráveis. A junção de três preciosidades: um bom pão alentejano, doce de abóbora caseiro (feito e oferecido pela Inês) e iogurte natural de ovelha (de Oliveira do Hospital, oferecido pelo Paulo). Por alguma razão se costuma dizer que "quem tem amigos, tem tudo".

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