quinta-feira, 21 de julho de 2016

a uma semana


Marina do Parque das Nações, vista de bicicleta

Daqui a uma semana, precisamente, começam as minhas férias. Em rigor, começa uma nova etapa da minha vida. A grande decisão de que aqui vos falei por alto implica que, depois das férias, já não regresse ao mesmo trabalho. Digamos que, na balança de todas as escolhas, voltar a ter tempo para os outros (e para mim) pesou mais. E a possibilidade de me dedicar a algo novo, fresco e diferente de tudo o que já fiz até hoje. O desafio, o friozinho na barriga... 


Vai deixar de ser tão fácil ir trabalhar de bicicleta (numa cidade famosa pelas suas 7 colinas, eu tinha a sorte de trabalhar a 11km de ciclovia plana!) e esta vista fica "só" para os finais de tarde à janela. Mas há coisas boas em todo o lado e eu quero é abrir bem os olhos para estar atenta a elas!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

brunches, lunchiners, ou o que for...




O pequeno-almoço tardio generoso, que de "pequeno" não tem mais nada além do nome, e que substitui logo o almoço, é uma das minhas refeições preferidas. Chamam-lhe brunch e, desde que passámos a atribuir-lhe um nome, parece que ficou mais famoso. Só que não, ele já existia... era o pequeno almoço de fim de semana ou das férias, aquela refeição maravilhosa de quem não precisa de olhar para o relógio nem de se justificar por estar a comer ovos com salmão fumado ao pequeno almoço.

Com nome estrangeiro importado ou não, eu gosto muito de bruncheslunchiners e todas as outras fugas à rotina que me sugiram férias, nem que seja durante uma ou duas horas, num sábado quente entre duas semanas de trabalho. Vale a pena!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Obrigada Aristóteles!


A ler sobre ética (e descontextualizando completamente este excerto) sinto-me enquadrada.

"No que respeita a virtudes morais (prudência, justiça, coragem, temperança), Aristóteles caracteriza cada uma como um meio entre os dois extremos do excesso e da deficiência. Uma pessoa corajosa, por exemplo, não é nem imprudente (um excesso) nem cobarde (uma deficiência); uma pessoa corajosa tem a correcta disposição para assumir os riscos e para, ao mesmo tempo, recear proceder dessa maneira."
Humberto D. Rosa, em Bioética para as Ciências Naturais

Sou só corajosa. Obrigada Aristóteles!

terça-feira, 5 de julho de 2016

posts que falam, falam e não dizem nada



Acho que, com a idade, vamos sendo cada vez mais cautelosos. É provável que seja o acumular de sabedoria e experiência que nos torne mais ponderados - e a cautela seja só a consequência natural. Gosto de pensar que sim. Na prática, apercebo-me que arrisco muito menos hoje do que há 10 ou 15 anos e em quase todas as áreas da vida. Talvez também por ir aprendendo a ser mais serena e grata pelo que tenho, em vez de continuar sempre insatisfeita à procura de ninguém sabe bem o quê. Mas também me sinto menos aventureira e, em geral, mais medrosa. Ora, se é a excepção que confirma a regra, a minha excepção está a acontecer. Na semana passada, tomei uma decisão daquelas arrojadas que nos viram a vida ao contrário. Agora estou a processá-la. Ao entusiasmo mistura-se, a tempos, um medo quase inexplicável do desconhecido. Se contassem à Raquel com 20 anos (sim, estou a referir-me ao meu "eu passado" e na terceira pessoa, isto aconteceu), cheia de gosto pela novidade, que haveria de, um dia, sentir-se assim insegura, ela não iria acreditar.
Dito isto: siga! :)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

sítios onde apetece ficar






Sábado, em Coimbra, entrei neste espaço (que nem sei como se chama ou a quem pertence) e senti-me em casa. Podia trabalhar num lugar assim. Mais do que paredes e objectos, há sítios que parecem respirar e onde a criatividade entra e circula a maior velocidade. O caos organizado é uma das minhas coisas preferidas de sempre. E Coimbra!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

viver mais devagar - viver mais



Ouve-se muitas vezes por aí que "parar é morrer". Deixem que vos diga: não parar é a verdadeira tragédia dos nossos tempos. Por estes dias, tenho sentido (mais ainda que o habitual) urgência em abrandar. Parar. Saborear os minutos. Viver a sério. Estou em contagem decrescente para as férias.

terça-feira, 21 de junho de 2016

A minha receita de amêijoas com leite de coco




Na frigideira (ou num tacho largo) coloquei uma noz de manteiga e duas colheres de sopa de azeite. Acrescentei 3 dentes de alho laminados, 1 colher de sopa de gengibre fresco ralado, 3 folhas de lima kaffir cortada em tiras, uma malagueta sem sementes picada e 1kg de amêijoas frescas. À medida que as conchas iam abrindo, em lume médio, acrescentei 100ml de leite de coco e misturei. Antes de servir, reguei com sumo de limão (pode usar-se lima) e salpiquei generosamente com coentros. Se for necessário, pode rectificar-se o sal com molho de soja.

Servir com pão estaladiço e cerveja bem fresquinha, de preferência numa mesa ao ar livre!


quinta-feira, 16 de junho de 2016

por estes dias, a mini-varanda é o sítio preferido cá em casa



Aparecer menos por aqui pode ter muitas razões mas há duas preponderantes e quase opostas: estar demasiado cansada ou andar ocupada com muitas coisas boas. Felizmente, a desculpa para as ausências recentes tem mesmo sido a segunda. O calor é o meu melhor combustível.



Quanto a vocês não sei, mas tudo me sabe melhor quando chega este tempo bom de Sol a brilhar e céu azul, com termómetros acima dos 20ºC. Até a comida estival é melhor! Mais saudável e mais simples. 

Apetecem mais as saladas, os sumos de fruta, os alimentos que se comem crus, pouco cozinhados e sem grande elaboração. Os gelados... ai, os gelados... é tudo bom! Credo, não consigo ser imparcial nisto das alturas do ano, desculpem. :) Até a roupa que vestimos é mais simples no Verão! Os dias são mais longos e as noites agradáveis. Não há meias para lavar! Nem são necessários guarda-chuvas! É mesmo tudo bom!


terça-feira, 31 de maio de 2016

escolhas da semana IX - pode fazer-se TUDO com paletes?



A resposta é: quase.

As paletes são paradigmáticas do "ter mais ideias que tempo". Quase de um momento para outro, uma coisa tão banal, acessível e que passava despercebida nas suas muitas utilizações quotidianas, saltou para a ribalta e parece poder ser transformada e aproveitada para se fazer quase tudo numa casa ou jardim. E não é só uma questão de baixo custo, eu gosto muito a sério do efeito rústico dos móveis em pinho! 

Fiz uma selecção das minhas ideias preferidas. Num dos lugares cimeiros surgem as camas. Não faltam ideias nem alternativas mas dou-vos o exemplo mais simples de todos na fotografia acima. Podem ver outros exemplos aqui. Inspirem-se.

Agora o número 1 do meu top pessoal, a minha utilização preferida para reaproveitar paletes: estantes de parede. Estas abaixo são mesmo giras mas suspeito que não são muito fáceis de fazer:



Dentro deste tipo de estantes ou prateleiras de parede fechadas (não sei bem o que lhes chamar) há várias variantes e o número de utilizações possíveis é quase ilimitado. Ora vejam outro exemplo:




Grande pinta, não tem?

E, para terminar, uma mesa de apoio. Assim, perfeita. 


Sei que já viram muitas outras ideias noutros sítios, por isso, fiquem à vontade para partilhar as melhores. Eu agradeço.
(acho que agradecemos todos!)

segunda-feira, 23 de maio de 2016

refeições na varanda? nem com binóculos



A esquizofrenia climatérica das últimas semanas afecta-me os humores mais do que gostaria. É muito difícil nunca se saber com o que se conta e os finais de dia - que costumam ser o meu escape preferido nesta altura do ano - não têm dado conta do recado. Tenho saudades das refeições lá fora.


Hoje a temperatura nem está terrível e resolvi vir trabalhar de bicicleta. Péssima ideia. Foi quase uma hora a pedalar contra o vento. Estou a desesperar por férias. Não está fácil ver o copo meio cheio. Parece que amanhã chove outra vez. É sorrir e acenar. Sorrir e acenar.


Alentejo em Maio



No Alentejo, Maio é claramente Primavera. Há flores por todo o lado, os dias são quentes, as noites geladas.


Ainda está tudo verde. (E azul.)



Há muitos mosquitos esfomeados e todo o tipo de bichinhos prontos a subirem-nos pelas pernas. Mas tudo sabe melhor.


Até a gritaria dos miúdos por entre o canto dos pássaros... ou o café instantâneo misturado com tempo.


Fazer caminhadas longas só com lanternas e a luz do luar.


Acordar às 6 da manhã porque já é dia e ir espreitar os vapores a saírem do lago (porque, a essa hora, a temperatura da água é bastante superior à do ar).


Constatar que os burros bebés são, muito provavelmente, o animal mais giro que existe.



Regressar.

Fui em trabalho. Pelas imagens e descrição pode parecer lazer, mas asseguro que não foi. Só que as memórias que escolhemos guardar são uma opção nossa e eu prefiro (sempre que consigo) ficar com a parte boa e seguir caminho. :)

quinta-feira, 12 de maio de 2016

carrinho de arrumação - DIY



Ainda na linha do Do It Yourself, mas passando das tartes de caramelo para mobiliário alternativo.

Os rodízios são uma solução prática em várias situações. Encontram-se em muitos sítios e, normalmente, estão disponíveis em diferentes tamanhos, com capacidade para suportarem pesos distintos, uns vendidos em packs, outros individualmente, mas sempre versáteis e, quanto a mim, a valerem o investimento (que é mínimo).

Há uns anos fiz o "divã" de leitura que temos na sala, só com 8 rodízios dos maiores e 2 paletes normais de madeira. Desde essa altura, fiquei com vontade de encontrar caixas de fruta em bom estado (entenda-se: limpas) que pudesse pintar e usar como móvel de apoio. Finalmente consegui. Duas caixas, tinta branca (ou outra(s), ou nenhuma... é uma questão de gosto) e 4 rodízios pequenos com os respectivos parafusos. As caixas estão apenas apoiadas uma sobre a outra mas o peso faz com que fiquem estáveis e se possa mesmo empurrar a "estação" sem que nada caia. Tem-me dado tanto jeito! Já vos mostro como entretanto está a abarrotar. Para já, duas fotografias meio manhosas tiradas com o telemóvel mas que servem para ilustrar que é tão simples de fazer como descrevi. Mãos à obra?



segunda-feira, 9 de maio de 2016

fazer em vez de comprar




Foi há mais de dois meses que a minha homónima Raquel partilhou no instagram uma fotografia do que parecia uma tarte de caramelo (da pastelaria Pau de Canela) e eu fiquei obcecada. Apetecia-me provar uma no mesmo instante mas nem sequer eram horas para ir até Alvalade experimentar. Foi assim que tive de me conformar com a ideia de tentar reproduzir em casa qualquer coisa parecida. A tentativa resultou no que se vê acima. Não tinha obviamente o mesmo ar delicioso profissional da original, mas satisfez-me a vontade e soube mesmo bem! Cada vez tiro mais prazer do que é feito em casa, com ingredientes que conheço.

domingo, 8 de maio de 2016

dia das mães



Obrigada mamã. Por tudo.

terça-feira, 3 de maio de 2016

escolhas da semana VIII - Bolo de crepes


Victoria mag

Tenho de provar este bolo, o que quer dizer que vou ter de o fazer. Preciso.

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