Uma das coisas que na aldeia é acessível a todos e na cidade passa a ser um luxo: flores frescas em casa. Tenho saudades de ir colher rosas ao jardim dos meus pais e das dálias do quintal da ti'Cecília, a vizinha sempre sorridente que partilhava as suas flores coloridas com toda a gente. Gosto muito dos aromas que trazem mas, acima de tudo, gosto da beleza e de como transformam um espaço inanimado numa casa cheia. Uma casa com flores é mais feliz.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
dias de festa
Mais um casamento de 2014. Vamos a meio.
Ignorem o mau gosto das madeiras e paredes do quarto (viver em casas arrendadas tem destas coisas, lá chegaremos) e a minha cara-séria-de-poucos-amigos (nunca gostei de me fotografar) mas registem que gosto muito de casamentos e este LBD esteve tão à altura!
Obrigada à Rute pela ajuda e por ser tantas vezes a irmã que nunca tive. E ficam a saber que se pode usar preto em casamentos (eu ainda sou do tempo em que só branco e só preto eram cores proibidas). Viva a liberdade! E viva a discrição, right? ♥
quinta-feira, 26 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
stilettos - alguém me salve de mim própria!
O meu cérebro deve ter-se desligado por alguns instantes este final de tarde e, entretanto, comprei uns sapatos daqueles bastante inacreditáveis, com saltos de 12cm e ligeiramente compensados à frente, sabem? Estes exageradamente altos têm ZERO a ver comigo e, imaginem, nem sequer consigo andar a direito com eles. Aposto que sabem bem do que falo e estão fartinhos(as) de ver aquele típico passo à pinguim-cai-ou-não-cai em mulheres que não sabem andar com saltos mas insistem em usá-los. Eu estou. E agora coloquei-me nesta posição literalmente desconfortável, de ser eu a personagem da qual me costumo rir. Não é que os vá usar muito (se calhar devia, que sempre praticava!) mas estou a ponderar a hipótese de andar a cair o dia inteiro numa festa no próximo sábado. Demovam-me disto ou torçam por mim.
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
espargos verdes enrolados em presunto
Nesta Primavera, tenho comprado espargos com alguma frequência, aproveitando o facto de ser a época deles e estarem muito mais acessíveis, frescos e saborosos. Quando o dia foi cansativo e preciso de desanuviar a cabeça, sabe-me bem o silêncio, cozinhar com tempo e a novidade de experimentar alguma coisa diferente. Nesses dias, gosto de pesquisar aleatoriamente à procura de ideias que possa adaptar à nossa cozinha.
Encontrei esta entrada associada às glamorosas festas de final-de-ano novaiorquinas e nem foi preciso adaptá-la, bastou reproduzi-la. Basta lavar, aparar, enrolar e saltear até dourar. O presunto salteado em azeite fica um bocadinho salgado por isso talvez seja boa ideia embrulharem-se vários espargos em cada fatia de presunto, em vez de os usarmos individualmente. Para a próxima, experimento assim.
Sou suspeita para vos dizer que fica bom, porque gosto muito de espargos. Claro que ninguém passará a gostar de espargos por causa desta receita mas, se eles já fizerem parte dos vossos sabores preferidos e nunca os tiverem experimentado assim, vale a pena provarem.
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sexta-feira, 20 de junho de 2014
finalmente uma manta
Já foram muitas as tentativas de fazer uma manta para a nossa cama que acabaram por se tornar em almofadas só pela preguiça de continuar. Fazer uma manta é duro. É demorado. É uma maratona. Pelo caminho cansamo-nos daquelas lãs, das cores, dos movimentos repetitivos... e até agora eu tinha-me sempre rendido ao cansaço e escolhido a saída mais fácil. Mas continuava a querer uma manta. Desta vez, ainda não acabei mas também ainda não me fartei das lãs, nem das cores e já passei o ponto em que seria aceitável desistir. Pode faltar um ano ou podem bastar as férias, mas agora já acredito que hei-de acabar uma manta com as minhas mãos!
terça-feira, 17 de junho de 2014
Bolo de baunilha para o chá
Bolo de Baunilha
3 ovos grandes
200g de açúcar amarelo
200g de farinha de trigo
2 c.c. de fermento em pó
150ml leite
1 vagem de baunilha
100g de margarina vegetal para bolos
1 pitada de sal fino
recheio e cobertura
creme pasteleiro, creme para tartes, pudim e/ou custarda
sementes de papoila
Misturar todos os ingredientes do bolo (pela ordem indicada) e levar ao forno médio até estar cozido. Usar metade das sementes da vagem de baunilha no bolo e guardar a outra metade para os cremes do recheio e cobertura (cortar a vagem ao meio e raspar com uma faca, como é usual).
Depois do bolo arrefecer, desenformá-lo, cortá-lo ao meio e distribuir o creme. Decorar com as sementes de papoila.
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sacos plastificados para o automóvel
Uma amiga pediu-me que lhe fizesse um saco plastificado para ter no automóvel, onde pudesse colocar lixo. A minha primeira reacção foi de estranheza porque, como uso via verde e nunca como dentro do carro, o único lixo que acumulo são as facturas de combustível e alguns ocasionais papéis de pastilhas, coisas que facilmente levo comigo ao sair e deito imediatamente fora. A verdade é que, entretanto, ao comentar com outras pessoas este pedido que me tinha sido feito, várias foram as que me disseram que também precisavam e pediram um para elas próprias. Fiquei convencida. Fiz alguns testes e protótipos até chegar ao saco de tamanho e características ideais e vários já seguiram o seu destino. É um saco pequeno de uma só alsa. Pensei-o para se pendurar no encosto de cabeça do banco do pendura, virado para trás. Também se pode pendurar no manípulo das mudanças, há quem ache essa localização mais prática. É plastificado por fora e por dentro, por isso limpa-se facilmente com um pano húmido ou um toalhete e ficou mesmo giro. Se acharem que a ideia faz sentido e precisarem de um, podem contactar-me por e-mail. Eu não uso no carro mas já fiz um para mim, está pendurado na casa de banho com os frascos de verniz lá dentro. Preciso de mais alguns para arrumar o resto das tralhas!
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segunda-feira, 16 de junho de 2014
onde está a Lua?
A noite de ontem começou assim. Incrível, não é? Não usei qualquer filtro, as cores naturais eram mesmo estas. Conseguiram identificar logo a Lua na primeira fotografia? Eu não. Quando fui à janela e me deparei com esta Lua, demorei alguns instantes a absorver a imagem. A seguir fui a correr disparada buscar a máquina fotográfica para registar o momento.
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domingo, 15 de junho de 2014
paté de salmão fresco escalfado e salmão fumado
Não é a primeira vez que vos falo aqui desta maravilha. É supostamente uma entrada mas nós gostamos tanto que até jantamos só pão ou tostas com esta delícia de mistura de salmão. Não se assustem com o verbo "escalfar" e experimentem porque é muito simples e rápido. Se tiverem visitas, é uma entrada perfeita e pode fazer-se com antecedência porque até sabe melhor depois de arrefecer bem no frio.
Paté de salmão escalfado e salmão fumado
vinho branco (aprox. 50cl)
1 chalota
4 lombos frescos de salmão
salmão fumado (entre 100 a 150g)maionese (2 colheres de sopa)
cebolinho (1 ramo)
sumo de meio limão
sal e pimenta (q.b.)
Quanto ao procedimento, podem relembrar as instruções detalhadas aqui.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
manjericos em papel seda
Com papel-seda e uma boa dose de paciência, é tempo de se escolherem cores vivas e de fazer manjericos. Lisboa está em festa e eu também!
Para primeiras tentativas acho que não correu nada mal. Também fiz manjericos redondos mas acho que este meio manjerico de colar à parede ficou particularmente engraçado. A técnica é a mesma que usei e expliquei aqui na primeira vez que fiz pompons favos-de-mel.
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segunda-feira, 9 de junho de 2014
scones, p'ra (não) variar
Em caso de emergência, ou seja, quando não há pão nem ovos (cá em casa isso às vezes acontece), faço scones e, em poucos minutos, evita-se uma crise. Desconheço receitas de bolos sem ovos e um pequeno almoço sem pão ou bolo não entra no meu dicionário. Conhecem algum bolo que não leve ovos?
O que vale é que os bons velhos scones não desiludem e só levam daqueles ingredientes que nunca deixo acabar.
Scones
250g farinha de trigo
60g manteiga c/ sal
1 c.c. fermento em pó
60g açúcar
8 c.s. leite
Bom feriado!
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o Mundo inteiro na nossa mesa
Às vezes dou passeios pela Ásia sem sair de casa. Outras vezes vou à América do Sul ou passo pela Escócia a caminho.
Acho que poucas vezes caímos na consciência do incrível que é podermos ter acesso a uma tão grande variedade de culturas, produtos frescos e sabores de todo o Mundo sem muito esforço, sem termos de percorrer muitos quilómetros, gastar muito tempo ou empenhar a vida. Num passado bem recente não era assim. Lembram-se?
sexta-feira, 6 de junho de 2014
menos é mais
A Inês e o Jónatas são amigos que casaram no mês passado e tiveram o cuidado de tornar várias coisas do seu dia verdadeiramente especiais, bonitas e atenciosas - apesar de muito simples e sem elaboração desnecessária. Como eles próprios são, aliás. Por exemplo, fizeram (foram mesmo eles que fizeram, não é força de expressão) uns marcadores muito giros para colocar no lugar de cada um dos convidados com o respetivo nome. Sendo a Inês uma orgulhosa alentejana de gema, o uso da cortiça fez ainda mais sentido. Trouxemos os nossos de recordação e agora sabe mesmo bem lembrarmo-nos de amigos queridos ao embonecarmos a mesa quotidiana.
Tão simples e tão bonitos, não são?
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