terça-feira, 18 de setembro de 2012

:)





Temos a casa em festa. O país não tem estado para comemorações, bem sei, mas as pessoas são muito mais do que as circunstâncias em que vivem. Ele completa 33 anos de vida e isso enche-me de alegria!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

calcanhares de Aquiles

Nove meses mais tarde, o exercício da paciência de que falava no início do ano, está prestes a terminar.

trouxas de maçã e canela





Descobri a massa filo, o que só prova que a vida nos pode sempre surpreender!

A sério! Sabia que era muito difícil de fazer em casa e já tinha visto pré-feita à venda, mas nunca tinha arriscado comprar. É ma-ra-vi-lho-sa! Agora ninguém me tira a vontade de aprender depressa a fazer uns quaisquer sucedâneos de pastéis de Tentúgal.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

priceless


A minha parte preferida (entre as poucas vantagens) de viver com um músico é quando ele, como hoje, resolve ensaiar em casa. Poder estar sossegadinha no escritório a ouvir um concerto ao vivo a acontecer na minha própria sala? Priceless.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

mini palmiers




Fazer palmiers em casa é muito simples mas, mesmo assim, fiz batota (e acho que ainda simplifiquei mais) porque resolvi enrolar a massa de um lado até ao outro em vez de só um bocadinho de cada lado. Talvez não fique tão bonito mas pareceu-me mais rápido. Para a próxima tento seguir a receita!
Coloquei canela e açúcar granulado apenas de um dos lados da massa folhada e, no final, polvilhei com açúcar em pó. Façam as vossas invenções, adaptem a receita ao vosso gosto, mas vale a pena experimentarem.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

passatempos



Às vezes, a melhor maneira de se gastarem aqueles minutos em que precisamos de nos sentar para pensar melhor sobre alguma coisa, ver um filme ou só mesmo para descansar as pernas depois de termos que estar muito tempo em pé por alguma razão, é ocupando as mãos. Na sala tenho sempre lãs, linhas e agulhas a postos para esses momentos. E a verdade é que acabo por fazer pequenas parvoíces  (como casacos para frutos, forros para canecas ou, agora, abajures) que nunca me predisporia a fazer noutras circunstâncias. Claro que podia montar um puzzle (ontem foi o que fiz!) ou fazer palavras cruzadas, mas assim tem mais graça.

Inspiração: crochet today!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

12 meses


Setembro é mês de aniversários e, no ano passado, recebíamos pela primeira vez a família na nova casa. Assim se passam 12 meses, a voar.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

básico





Os melhores dias podem muito bem ser aqueles em que toda a refeição é servida dentro de um único recipiente, mas com muitas cores, texturas e sabores diferentes misturados. Nós gostamos tanto de massa que passar menos tempo na cozinha e ter menos louça para lavar no final são só dois brindes extra.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

tarteletes de maçã com gelado de baunilha




Massa quebrada
Maçã raineta
Açúcar amarelo
Gelado de baunilha

Tão fácil como bom. Polvilhado com canela ainda melhora (a minha tinha-se acabado). Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

chocolate




Nunca fui uma grande fã de chocolate. Mesmo assim, acabo sempre por comer mais do que devia! Imagino como deve ser difícil a vida daquelas pessoas que começam logo a suspirar assim que ouvem a palavra (conheço várias). Aliás, não imagino nada! Alguém pertence a esse clube? Como é que sobrevivem?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

obrigada


No início da semana tinha uma encomenda na caixa de correio. Lá dentro, um postal bonito e um saco de chá aromático com tanto de inesperado como de querido. E não é tão ♥ quando alguém se lembra de nós só porque sim, sem pretextos?

Ter uma casa fria tem vantagens como esta de saber bem um chá quente em pleno Verão, enquanto toda a gente reclama do calor. Se quiserem aparecer, tragam meias e casaco. Não estou a brincar.




terça-feira, 4 de setembro de 2012

tarteletes salgadas & recuerdos del Ecuador



Já passou mais de um ano desde que a Catarina e o meu irmão regressaram das Galápagos. Estas argolas de guardanapo vieram de lá nessa altura e, sempre que as uso, é inevitável lembrar-me do quanto custa ter as pessoas de quem gostamos longe e ficar feliz por os saber bem e por perto. E não é que agora estejamos muitas vezes juntos (não estamos de todo) mas há aquele aconchego de sabermos que em menos de 2 horas de viagem nos podemos ver.
As argolas de guardanapo são giras e nem precisavam de história para eu gostar delas, assim só gosto mais!





 1

2

3

4

5

e... mesa!

tarteletes


Gosto muito de tarteletes. São tartes pequeninas, uma espécie de dose individual! Sejam doces ou salgadas, a simples ideia sugere-me logo alguma coisa deliciosa. É que as tartes são giras, mas as tarteletes têm aquela dose de beleza acrescida das coisas pequeninas e únicas.

Só não tinha encontrado ainda as formas certas mas isso aconteceu, finalmente, este verão. Claro que as estreei no mesmo dia! Fiz 4 tarteletes de perú com cogumelos e outras 4 de camarão e coentros, ambas com muita malagueta vermelha e lindas de chorar... mas foi na semana em que não levei máquina fotográfica e, por isso, andava ansiosa por regressar e poder usá-las já em casa e com a máquina a postos. Foi hoje. Saíram meio tortinhas mas boas como sempre. São uma fonte inesgotável de possibilidades e palpita-me que vamos ter tarteletes em quase todas as refeições por uns tempos!


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

às vezes,

a olhar para fotografias antigas, percebo: "Caramba, eu era tão feliz e não sabia!"

Esse olhar é meio caminho andado para aprender a ser feliz com o que tenho hoje.

domingo, 2 de setembro de 2012

green revolution

girassol

girassol

girassol

sardinheira

ultramini-jardim

Como vos disse, o último mês foi quase todo passado longe de casa. Os animais é costume levarmos connosco (são parte da família) mas as plantas é quase impossível e, por isso, volta e meia regressamos para confirmar se a casa está no mesmo sítio e regar a terra nos vasos. Desta vez acabámos por estar cerca de 10 dias seguidos sem vir a casa. Na viagem de regresso cheguei a perguntar: "Achas que alguma planta sobreviveu?".
Uma vez que foram dias quentes e elas são tratadas como florzinhas de estufa, vinha mentalizada de que iria encontrar um tapete de folhas secas no chão para limpar. Mas não. Estavam sem água mas todas verdinhas e algumas até com flores! Não é incrível? Acho que até agradeceram o sossego!

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