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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Outubro - essa terra de ninguém


Hoje saí de casa com collants, botas, vestido, casaco e uma boina de lã na cabeça. Pela primeira vez, sinto que o Outono de 2015 chegou. Ainda parece cedo para as castanhas assadas com jeropiga e não gosto nada (nada, nada, nada!) do Halloween. Não me tem sobrado tempo para pegar nas lãs ao final dos longos dias de trabalho e a nossa casa continua quente desde o Verão - por isso, também não apetece ainda ligar muito o forno. Por enquanto, sinto-me na terra de ninguém, neste Outubro.


A pensar em como ocupar melhor este tempo em que as férias ainda vêm longe e precisamos de nos entusiasmar com projectos novos - de preferência exequíveis no conforto das nossas casas - à medida que o frio e a chuva se vão instalando, vou começar a partilhar convosco as melhores ideias que encontrar em cada semana. A quinta-feira parece-me o dia ideal para isso. Dá-nos a sexta-feira para amadurecer as vontades e o fim de semana para mergulhar no que mais nos inspirar. Conto com as vossas ideias e opiniões também, pode ser? Até amanhã então!

domingo, 20 de setembro de 2015

Doce de ameixas do Oeste





Das férias, trouxe um bronzeado ligeiro, alguns vasos com plantas, muitas saudades, um frasco de mel das colmeias do meu pai e um frasco de doce das ameixas do quintal lá de casa. Entretanto o doce está quase a acabar e isso lembra-me que esta semana (dia 23) já chega o Outono. Os meus pequenos-almoços vão sentir a falta do sabor a Verão das ameixas. A tia Ruth e a minha mãe conseguem fazer uns doces e compotas com o toque de acidez ideal: metade do peso de açúcar para o peso da fruta e muito amor (é capaz de ter outros ingredientes, mas ainda não me passaram o segredo). Queria mostrar-vos o pormenor da tampa do frasco como me foi oferecido. Mesmo bonito, não estava? Não é assim tão difícil de fazer (ponto cruz e um contorno em franjinha cosida à máquina) e fica mesmo bonito e com um toque especial. Achei que devia partilhar a ideia para inspirar quem costuma fazer compotas para oferecer.

Muito em breve é tempo de começar a fazer por cá o meu doce de abóbora com nozes e canela - que casa melhor com o tempo fresco e as primeiras chuvas. Não sei é se haverá tempo para fazer tampos de frascos assim tão personalizados, mas qualquer coisa se há-de arranjar!


segunda-feira, 20 de abril de 2015

step by step


rede para pendurar vasos


O passo-a-passo para se fazer uma rede em fibras naturais para pendurar um vaso. Já tinha feito uma destas redes em trapilho mas queria substituí-la por fibras naturais e foi este fim de semana que, finalmente, consegui. Usei uma base para copos, em cortiça, para acentuar o efeito rústico do fio de juta e gosto muito do contraste de ambos com o branco do vaso.

Este tutorial é o produto de uma experiência que andava a adiar há demasiado tempo. Claro que não fiquei em delírio com o resultado mas, para primeira tentativa, também não me deixa deprimida nem envergonhada. As dimensões não são as melhores (está minúsculo, não está?) e talvez devesse ter mais texto, mas fica aqui o meu compromisso de, para a próxima, tentar fazer melhor.

Se se aventurarem e fizerem uma rede aí para casa, partilhem comigo como correu porque vou gostar mesmo de saber. Combinado?

Boa semana!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

arranjos primaveris



Pela primavera, pendurar ovos decorados por mim em ramos floridos (estes de pessegueiro não estavam assim tão floridos, mas sinto-me menos mal por não estar a "destruir" prematuramente fruta em potência) é um hábito anual importado de casa dos avós maternos. Já não os temos entre nós há vários anos mas, lembrá-los nestas pequenas coisas, ajuda a diminuir as saudades que ficaram.


quinta-feira, 9 de abril de 2015

bandeirinhas em casa - só porque sim





Estamos em Abril, a Primavera está instalada (vamos confiar que a chuva só regressou uns dias para fazer as despedidas), os campos floridos e toda a gente a ir remexer as gavetas com as roupas de Verão e a contar as semanas que faltam para as férias.

Quem aqui passa ou me conhece minimamente bem sabe que eu deliro com o Verão e os meses que o antecedem - os das festas de Lisboa. É que é uma altura do ano em que esta cidade fica particularmente viva e dá vontade de sair para a rua. A pensar antecipadamente na época das festas, deixo-vos a sugestão de fazerem uma grinalda para a vossa sala (ou cozinha, terraço, varanda, quintal... o que seja!) com os materiais mais acessíveis e fáceis de trabalhar. Usei cartolina de várias cores que basta recortar em triângulos, dobrar num dos lados e agrafar a um cordel ou fio resistente. Ninguém pode desculpar-se com falta de jeito para trabalhos manuais. É muito simples e sem grandes peneiras mas anima logo o ambiente e os dias normais ganham um sabor a festa. Vão por mim, até os dias escuros ganham outra cor.

domingo, 22 de março de 2015

um fim de tarde diferente



O workshop correu muito bem. Fomos 14 no total (com 2 bebés infiltrados!).

No meio de muito a-b-c do crochet, houve boa conversa, chá e até lanche com direito a bolos. Saímos de lá bem mais de 3 horas depois e o tempo pareceu passar a voar! Isso é sempre bom sinal, não é?




domingo, 8 de março de 2015

a confissão que se impõe




Depois do último post, e antes que alguém com conhecimento de causa me venha atirar isto à cara, fica aqui o "mea culpa": nas férias do Natal eu ensinei miúdos a fazerem estas estrelas/flores a partir de tubos de cartão (daqueles que sobram dos rolos de papel higiénico).

Em minha defesa, acho que não é dos piores aproveitamentos de resíduos. Foi só um momento de fraqueza. :)

sexta-feira, 6 de março de 2015

perder tempo em considerações inúteis - é aqui o lugar!





Apareceram no meu local de trabalho estas "flores" feitas a partir de cápsulas nespresso. Não sei quem as fez. Fotografei-as porque são o pretexto perfeito para falarmos de um assunto que me perturba (que dramática!). ´Tem que ver com o facto de haver uma boa intenção por detrás da reutilização de resíduos em trabalhos artísticos mas eu nunca ter encontrado um único resultado final que não continuasse a ser... lixo. Talvez eu esteja a exagerar mas não anda longe da verdade. Há uma imensidão de trabalhos feitos com materiais em fim de vida reaproveitados e, quase sempre que os vejo só me ocorre: "Que horror!" ou então: "Até está giro mas não queria isto em minha casa nem que me pagassem."

Deve tornar-se mais grave para os pais. Eu explico a preocupação. Há uma mania quase generalizada entre professores de pré-escolar e 1º ciclo de se fazerem este tipo de trabalhos para oferecer aos pais. É uma mania justificada, claro, alia suposta educação ambiental e reaproveitamento a economia de recursos. Ora, claro que os pais se derretem com o que foi feito pelos seus rebentos, independentemente da qualidade ou brilhantismo - nem é isso que está em causa. Ainda por cima, feito a pensar neles! E depois acabam com as casas cheias de lixo verdadeiramente hediondo exposto. Cheio de amor, mas feio que dói. Haverá solução para este flagelo? Talvez não. E, se calhar, é só mesmo uma questão de gostos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

caixas mágicas



Gosto de fitas de todos os tipos. Uma simples fita, bem usada, pode fazer uma grande diferença em muitos contextos. Sempre que, seja onde for, encontro fitas minimamente giras (ou me oferecem rolos - também já aconteceu!), vou-as juntando em caixas, à espera do momento certo. De cada vez que, por qualquer razão, acontece abrir alguma dessas caixas, aquilo que vejo é potencial. Rios de energia potencial pronta a explodir com a represa e a inundar tudo!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

flor carambola origami



Para quem continua a achar que as ideias guardadas no Pinterest não são exequíveis, aqui fica mais uma que experimentei e, pasmem-se, resulta! É uma seca, mas resulta.

Chama-se Flor carambola e podem encontrar no goorigami o vídeo que explica como fazer este origami (a partir de um só quadrado de papel 15cmx15cm). Não é dos mais fáceis mas terminá-lo sabe tão bem como resolver umas palavras cruzadas ou um quebra-cabeças e, pelo menos, o produto final é muito mais giro.


goorigami

sábado, 6 de dezembro de 2014

frio polar?



Com a onda de frio polar que dizem que está a passar por nós estes dias, o melhor é mantermos as mãos quentinhas e ocupadas. Os cachecóis em malha são o básico dos básicos. Não têm nada que saber, todos os podem usar e não nos exigem muita concentração nem contas, por isso, são o ideal para se tricotar enquanto se conversa ou se assiste a um bom filme ou à série favorita.

Se, mesmo assim, não tiverem paciência para fazer mas quiserem um cachecol para vocês ou para oferecer, contactem-me por e-mail. Bom fim-de-semana gente boa!


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Móbile de anjos de papel (grau de dificuldade: mínimo)


The Craft Train

A longo dos próximos dias vou tentar partilhar convosco uma série de ideias simples retiradas do Pinterest que experimentei e, na prática, até correram razoavelmente bem.



Os anjos de papel podem ser utilizados num móbile, colados na parede, espalmados em postais, pendurados numa árvore, colocados em pé sobre um aparador, entre mil outras possibilidades. É uma actividade óptima para os miúdos a partir dos 8 anos praticarem o corte de precisão com a tesoura.

Só é necessário ter-se: impressora, papel e tesoura (eventualmente um lápis, fita-cola ou washi tape e, se quiserem pendurar como eu, precisam de fio de pesca, furador e um ramo de árvore). Tudo o mais que precisam de saber está aqui.



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

sacos para todas as ocasiões






Um simples saco, com ou sem alsa(s), pode ter múltiplas utilidades. Têm-me sido pedidos vários sacos plastificados para serem usados em automóveis mas, em nossa casa, acabo por usar também sacos destes para guardar muitas outras coisas. Desde colares, lenços, echarpes, guardanapos, pegas de cozinha, pentes e escovas, toalhetes, sacos de plástico, formas para biscoitos, retalhos de tecido... é vê-los, em diferentes cores e tecidos, a povoarem harmoniosamente quase todas as divisões da casa.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

grinalda de folhas de Outono em papel



Não vos disse que cada vez gosto mais de papeis e recortes?

Para uma grinalda de folhas outonais:

Escolher papeis coloridos onde imprimir contornos de folhas (pode fazer-se o download aqui), recortá-las e depois prendê-las com um fio e agulha. Claro que a minha ficou muito menos bonita que a ideia que a inspirou mas, acreditem, recortar as folhas dá um trabalhão e ao fim de algumas vão fartar-se. Talvez facilite terem mais mãos a ajudar... ou usarem folhas verdadeiras!

Experimentem aí por casa, é uma decoração de Outono engraçada e muito fácil de fazer.



terça-feira, 18 de novembro de 2014

cortar papel como arte


Giochi di Carta, by Silvia Raga

É muito frequente encantar-me com cadernos, livros, blocos e papeis em geral. É incrível o que podemos fazer com uma simples folha de papel. As opções são ilimitadas! Através da arte do origami (ori=dobrar + gami=papel) podemos passar às 3 dimensões e criar quase tudo, com um lápis de carvão podem nascer os desenhos que quisermos, com cores podemos transformar completamente a folha e com um bom instrumento de corte há outra vida que se revela no papel. Gosto de papel de todas as formas mas tenho vindo a descobrir e a interessar-me cada vez mais pela arte de cortar. Este ano, quero decorar as janelas de casa com papéis e tenho andado a inspirar-me. Achei que devia partilhar convosco, era bom demais para guardar só para mim.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

FAZER é mais do que VER FAZER


Desde que descobri e uso o Pinterest, fui-me apercebendo da quantidade absurda de tempo que é possível desperdiçarmos a ver e arquivar um sem número de ideias muito interessantes, em vez de aplicarmos uma única sequer. À medida que me fui apercebendo disso, fui-me também disciplinando para equilibrar a balança entre o deslumbramento e a produtividadeComecei, a pouco e pouco, a tirar parte do tempo para colocar algumas das ideias em prática. Já são muitas as ideias que consegui implementar entretanto e tenho vindo a sentir alguma vontade de me organizar para registar os "resultados finais" a par do pin que os inspirou. É uma forma útil de reforçar aquelas que são efectivamente propostas exequíveis e ajudar outros a descartarem as que são muito bonitas na teoria mas cuja prática conta uma história diferente. Hoje descobri que existem sítios hilariantes como o Pinterest Fail ou listas bonitas como 20 People Who Tried Things on Pinterest and Totally NAILED IT. Não é maravilhoso? Vou ter de fazer a minha lista! Alguém mais tem experiências destas para partilhar?

terça-feira, 11 de novembro de 2014

os individuais mais giros do planeta são meus





Há uns meses atrás, a Val do L'Avion Rose partilhou fotografias de uns individuais lindos que fez para oferecer a algumas pessoas da família. As combinações de cores e padrões eram do mais giro que se possa imaginar - como é habitual em quase tudo o que sai das mãos criativas da Val (vão confirmar!) - e resolvi perguntar-lhe se a podia copiar.

Ora a Val, como tenho vindo a confirmar, para além de ser uma criativa fora de série, uma mãe de mão cheia e uma artesã talentosa a recuperar móveis e a dar vida a espaços com história, é um coração generoso. 

No final da sexta-feira passada, a porteira veio entregar-nos uma encomenda que chegou durante o dia e fiquei de sorriso rasgado a olhar para o que trazia lá dentro embrulhadinho em carinho. Só vos posso assegurar que sou a orgulhosa proprietária dos individuais mais giros do planeta! São ou não são?!

Obrigada querida Val! Prometo tratá-los bem. :)


terça-feira, 4 de novembro de 2014

porta-moedas - versão "assim, sim!"




Estes porta-moedas em lã sim, bem mais fáceis de executar que os de tecido - e cumprem a mesma função.

Não sou fã de cores lúgubres - como o preto e os roxos ou lilaz - mas, neste caso, achei que esta cor ficava perfeita com a do fecho metálico. Ambas nos remetem para outra época e o pequeno e simples porta-moedas adquire um ar ligeiramente requintado.

Acho que é este que fica para mim!


domingo, 2 de novembro de 2014

porta-moedas - 1... 2... experiência...





Uma colega pediu-me um destes porta-moedas. Raramente digo que não a uma coisa nova e apeteceu-me logo experimentar fazê-lo. Usei tecidos que tinha em casa e não foram comprados especificamente para o efeito, mas acho que a mistura até correu bem. 

Se formos perfeccionistas e quisermos que fique bonito e resistente, grande parte tem mesmo de ser cosida à mão. Demora tempo e exige paciência. Ou seja, a menos que o queiramos com um tecido muito específico ou façamos questão de oferecer um porta-moedas feito por nós, não compensa o trabalho que dá. Ainda assim, fiquei com alguma vontade de fazer um também para mim!




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