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quinta-feira, 2 de julho de 2015

viver mais devagar - verão sem pressas



Ainda falta quase um mês para as minhas férias de verão chegarem mas este blog já assumiu o estado intermitente de ausências mais prolongadas que o habitual, típico das férias. Não fui embora. Continuo por cá. O tempo não tem sido suficiente para tudo, há escolhas que se fazem e as pausas também são importantes.

Esta semana embarquei na nova aventura de ir trabalhar de bicicleta (são 22km diários - muito mais simples e agradáveis do que esperava!) e, como o dia continua a ter só 24 horas, não chega mesmo para tudo. Claro que continuo a visitar-vos e a aparecer por aqui (entretanto tenho de partilhar as minhas receitas preferidas para os dias quentes) mas com a tolerância do "modo verão", pode ser? Podemos ir-nos acompanhando com um bocadinho mais de regularidade no instantâneo instagram e por aqui sempre que a saudade bate e os dias esticam!
Entretanto: Bom Verão, gente bonita!


quinta-feira, 7 de maio de 2015

ser eco é bom mas sai caro




De há uns tempos para cá, comecei a ir trabalhar algumas vezes de comboio. Bem, na verdade não sei se o devia colocar assim porque, dos 45 minutos que demoro de casa ao trabalho, apenas 12 são passados no comboio propriamente dito. O resto é caminhada. Tudo contabilizado, ando pelo menos 1 hora a pé por dia. É óptimo para mim, para o ambiente e melhor que qualquer ginásio. Perde-se em tempo, ganha-se em saúde (física e mental). O único senão é mesmo que estes 24 minutos diários num transporte público ficam mais caros do que aquilo que gastaria em gasolina para o mesmo percurso - nem sequer é gasóleo, vejam bem! Não há passe que me valha. Esta é mais uma daquelas coisas que não fazem sentido neste país.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

flores silvestres





Na semana que passou não me faltou trabalho apesar de, teoricamente, ter estado de férias. Felizmente, aqui em Lisboa pelo menos, as temperaturas a rondar os 30º souberam-me a presente de aniversário e tornaram possíveis várias caminhadas a pé pela cidade e redondezas (também necessárias porque o meu carro está há mais de um mês na oficina, mas essa é outra história).

Hoje regressou a chuva e trouxe trovoada consigo mas, dentro de casa, as flores colhidas durante um dos passeios recentes, não deixam esquecer que é Primavera.



sábado, 4 de abril de 2015

o oásis que está a ser esta Páscoa




Os dias têm estado maravilhosos em Lisboa, com céu azul e temperaturas a rondar os 30ºC. Porque este é literalmente "Sol de pouca dura", tenho desfrutado muito da nossa varanda, aproveitado para ser turista na cidade em que vivo e andado muito a pé. O que gosto mais nestes dias de calor e luz é como me mostram que preciso de tão pouco para ficar de medidas cheias. Andar a pé e prestar atenção ao que nos rodeia é gratuito e não sujeito a taxas ou impostos. Poucas coisas sabem e fazem tão bem. Apreciar o silêncio, reconhecer a nossa insignificância e agradecer a Deus por tudo.



domingo, 8 de março de 2015

a confissão que se impõe




Depois do último post, e antes que alguém com conhecimento de causa me venha atirar isto à cara, fica aqui o "mea culpa": nas férias do Natal eu ensinei miúdos a fazerem estas estrelas/flores a partir de tubos de cartão (daqueles que sobram dos rolos de papel higiénico).

Em minha defesa, acho que não é dos piores aproveitamentos de resíduos. Foi só um momento de fraqueza. :)

sexta-feira, 6 de março de 2015

perder tempo em considerações inúteis - é aqui o lugar!





Apareceram no meu local de trabalho estas "flores" feitas a partir de cápsulas nespresso. Não sei quem as fez. Fotografei-as porque são o pretexto perfeito para falarmos de um assunto que me perturba (que dramática!). ´Tem que ver com o facto de haver uma boa intenção por detrás da reutilização de resíduos em trabalhos artísticos mas eu nunca ter encontrado um único resultado final que não continuasse a ser... lixo. Talvez eu esteja a exagerar mas não anda longe da verdade. Há uma imensidão de trabalhos feitos com materiais em fim de vida reaproveitados e, quase sempre que os vejo só me ocorre: "Que horror!" ou então: "Até está giro mas não queria isto em minha casa nem que me pagassem."

Deve tornar-se mais grave para os pais. Eu explico a preocupação. Há uma mania quase generalizada entre professores de pré-escolar e 1º ciclo de se fazerem este tipo de trabalhos para oferecer aos pais. É uma mania justificada, claro, alia suposta educação ambiental e reaproveitamento a economia de recursos. Ora, claro que os pais se derretem com o que foi feito pelos seus rebentos, independentemente da qualidade ou brilhantismo - nem é isso que está em causa. Ainda por cima, feito a pensar neles! E depois acabam com as casas cheias de lixo verdadeiramente hediondo exposto. Cheio de amor, mas feio que dói. Haverá solução para este flagelo? Talvez não. E, se calhar, é só mesmo uma questão de gostos.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

só mais um bocadinho...







... do lindo Jardim Botânico. Não podia guardar tantas imagens bonitas só para mim!

Para a semana prevê-se Sol a brilhar e temperaturas a subir. Eu sei que é cedo e isto são só umas tréguas passageiras mas, enfim, para quem anda desde Setembro a sonhar com o dia em que arruma novamente as botas e os casacos, qualquer migalha de Verão é bem-vinda. Estou oficialmente feliz com o que vier. Vamos para a rua! :)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

uma casa sem árvore







No ano passado não houve árvore de Natal cá em casa. Este ano, até agora, também ainda não há. Não gosto de árvores artificiais. São feitas de materiais que dispenso ter dentro de casa e as únicas que não acho mesmo muito feias são as que custam quase tanto como um automóvel. Ainda por cima, são difíceis de montar e desmontar e depois ficam o ano inteiro a ocupar espaço em algum canto de um armário. Costumava encontrar árvores naturais bonitas a um preço acessível em algumas grandes superfícies mas deixaram de aparecer e a opção mais fácil para quem não tem muito tempo é prescindir da árvore. Para já, tenho a árvore impressa em tecido do ikea (que se vê na primeira fotografia) e mais espaço livre de circulação na sala. Depois, logo se vê.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Julho a todo o vapor



Tenho andado um bocadinho mais desaparecida que o habitual. Para além da preparação para as férias, do trabalho, das pequenas tarefas domésticas diárias e das muitas solicitações inesperadas que vamos tendo todos os dias, alguns de nós ainda têm o desplante de embarcar em desafios exigentes e que requerem uma imensidão de tempo. É verdade, não é? Somos "palermas todos os dias", no fundo é só isso.

Já tinha falado por alto sobre os meus planos mas agora passei à prática e estou mesmo a pintar a nossa casa. Sim, sozinha. Comecei pela sala. Tenho aproveitado as 2 a 3 horas de luz natural que ainda consigo ter depois de regressar a casa do trabalho e, para já, não está a correr muito mal. Pelo menos, queima mais calorias que ir ao ginásio!

Entretanto, vou espreitando o nascer diário do Sol - que no Verão é das minhas coisas preferidas - e ainda arranjei uns minutos para criar um pequenino jardim de suculentas, as únicas plantas com reais hipóteses de sobreviver ao calor enquanto estivermos fora.

Falta pouco mais de um dia!


pinturas - ou o que resta da nossa sala por estes dias

terça-feira, 15 de julho de 2014

forasteiros como nós






Esta é a minha Lisboa. Os sítios onde me vou habituando a sentir em casa.

Um bocadinho como estes "papagaios" que observei por longos minutos esta semana, em bandos, junto ao Jardim Botto Machado. Acho que são Jandaias (provavelmente Aratinga holochlora), nativas do México e de outras zonas próximas na América do Sul, que devem ter fugido de gaiolas e se adaptaram ao clima da cidade. Claro que não é natural, mas a maior parte das árvores da cidade também vieram de outras partes do mundo, é uma promiscuidade biológica cada vez mais inevitável. Ecologia e moralismos àparte, gostei tanto de as ver saudáveis e em liberdade! Estavam em casa.


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

quando as alegrias dos outros são também as nossas



O meu irmão é biólogo, tal como eu, mas, ao contrário de mim, leva as coisas muito a sério. Tem, por isso, vivido muitas das aventuras em que eu própria gostaria de ter embarcado se pudesse viver duas vidas. Não posso. Ninguém pode. Mas acaba por ser muito grato poder viver a vida que tenho e, ainda assim, ir espreitando e acompanhando essa outra, aventureira, que nunca será a minha. É um orgulho e uma grande bênção.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

a outra margem do Tejo



Quando há festas na margem sul, é frequente começarmos por ouvir uns ruídos estranhos. Os sons prolongam-se e eu acabo por ceder à curiosidade e ir espreitar à janela para tentar decifrar de onde vêm. Ontem, novamente fogo-de-artifício (tem acontecido várias vezes ao longo dos últimos meses). Associo várias coisas menos boas ao fogo de artifício - desde poder causar incêndios, até ser altamente desorientador e nocivo para a maior parte das aves e animais selvagens, passando pelo desperdício devido ao custo tão elevado deste tipo de explosivos, entre outras. No entanto, reconheço, há alguma coisa associada à beleza destas explosões de luz, som e cor que, por momentos, nos deixa hipnotizados e dei por mim a tirar-lhes fotografias completamente fascinada e quase comovida. Não há como negar: é bonito. Há teorias que expliquem isto?






sábado, 20 de julho de 2013

arroz de amêijoas






E agora, só para vos desejar um grande fim de semana:

Tinha feito amêijoas à Bulhão Pato mas, como éramos só dois, não demos conta de todas. Escusado será dizer que não tive coragem de atirar para o lixo as amêijoas que sobraram e aquele molho incrível. Coei o molho por um passador, retirei as amêijoas das conchas, uma a uma, e juntei-os a 2 pimentinhos amarelos e 2 cor-de-laranja, 1 cebola roxa, alguns tomates-mini coloridos, azeite v.e., arroz carolino e um ramo de coentros. No final, salpicámos com o sumo de 1 lima e ficou mesmo bom. Experimentem.

terça-feira, 14 de maio de 2013

piquenique ou brunch-nique!




Na Primavera, todos os fins de semana deviam ser sinónimo de tempo ao ar livre e ao sol. Todos! Os amigos são a cereja no topo do bolo que já é delicioso em si e a única parte menos boa é o facto de os melhores momentos parecerem passar sempre mais depressa do que os outros. Venham feriados de Junho!

sábado, 9 de março de 2013

DIY - mais fácil é impossível




Ao longo desta semana, os tempos livres foram sendo aproveitados para continuar a arrumar caixas que trouxemos da outra casa ao mesmo tempo que ia forrando gavetas da cozinha com papéis autocolantes. Claro que acabam sempre por sobrar vários pedacinhos inutilizados (e inúteis) de papel autocolante que me custa deitar para o lixo. Por ser tão simples, aproveitei para cortar alguns triângulos e alegrar o meu caderninho de apontamentos com umas grinaldas (esta mania das grinaldas nunca mais passa?). É impressionante como as coisas mais óbvias e fáceis conseguem, por vezes, ter resultados tão giros! É mesmo o caso.




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