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sexta-feira, 8 de junho de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

mais uma moeda, mais uma voltinha


Por estes dias a minha produtividade não dá conta do recado. São tantos bebés a nascer! A minha memória para tantos nomes e datas de aniversário também já teve melhores dias. E o tempo é pouco! E nenhum dos bebés é meu...

domingo, 29 de abril de 2012

Pinhal do Rei

 O tal que Dom Dinis mandou plantar.





O verde das folhas contra o azul do céu. Flores de cores vivas. Um chão de caruma. Os troncos retorcidos pelo vento. O som do mar. O cheiro a terra molhada.



Infelizmente, algumas destas plantas são invasoras pouco inocentes. Mas essa é outra história, menos cor-de-rosa.

sábado, 14 de abril de 2012

da vida e dos dias

Nas duas últimas semanas tenho trabalhado fora de casa e sem pausas, seguramente, uma média de mais de 10h por dia. Por desafiante que seja e por mais que esteja a gostar, só me lembro de andar tão cansada quando acumulava dois empregos e, mesmo nessa altura, a pressão que sentia sobre os meus ombros não era comparável. Mas sim, o balanço é muito positivo e, mesmo que não fosse, cada vez que olho pela janela e me apercebo que tenho ar puro e esta vista no meio de Lisboa, ainda preciso de me beliscar para acreditar.


sábado, 3 de março de 2012

ne m'oubliez pas



Desde pequena, sempre gostei de miosótis. Acho que o fascínio começou logo na primeira vez que a minha mãe me disse o nome daquelas florinhas minúsculas e percebi o quanto ela gostava delas. Disse-me que também havia quem lhes chamasse "não-me-esqueças" ou "não-te-esqueças-de-mim" e ensinou-me que em inglês se chamavam "forget-me-not" (há aqui, definitivamente, um grande potencial romantico-bucólico que quero acreditar que não me terá passado completamente despercebido aos quatro ou cinco anos de idade de então). Na altura, havia miosótis no nosso quintal. As flores surgem agrupadas em pequenos "cachos" a que se dá o nome de inflorescencias. São sensíveis, gostam de locais húmidos e abrigados mas atingem o seu maior esplendor no Verão. Cheguei a encontrar alguns com flor, muito tempo mais tarde, numas linhas de água doce que iam desaguar perto da praia onde costumávamos passar as férias grandes. Agora já não vejo nenhuns ao vivo há mesmo muitos anos e fiquei nostálgica quando encontrei esta fotografia. Continuo a achar que são realmente bonitos. As cores das flores podem variar até aos rosas e brancos mas são sempre maravilhosas. E chamam-se MIOSÓTIS! Como não gostar de uma planta com um nome assim?

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

discos pedidos


Há bolbos que, na natureza, florescem em diferentes épocas do ano. É por isso uma questão de gosto e escolha porque as variedades são imensas. São plantas adaptadas a condições adversas, apesar das flores terem por vezes um ar frágil, são até relativamente resistentes. Podem florir apenas em água e há várias formas e técnicas usadas para induzir a floração. Eu gosto de os plantar em vasos mas mesmo em terra. Se os tiverem que comprar, normalmente já vêm preparados e basta que os coloquem na posição correcta, parcialmente enterrados e reguem - até as próprias embalagens dos bolbos costumam indicar como e a profundidade indicada, atenção que frequentemente são indicações para jardins ao ar livre.

Os narcisos, por exemplo, são típicos da primavera e esta é uma boa altura para os plantarem. Desde que os bolbos encontrem as condições ideais, desenvolvem-se em qualquer altura. Este ano forcei bolbos de jacintos para florirem mais cedo mas é um processo demorado, plantei-os no Outono e estão cá agora. Há muitos livros, sites e blogues que explicam bem o que fazer por isso não vou ser eu (que nem percebo muito) a explicar-vos alguma coisa de novo. Experimentem, e vão ver que aprendem muito mais a fazer do que a ler sobre como fazer. Há até bolbos que se compram já em vaso com as folhas a despontar, são uma opção se tiverem pressa para ver as flores. Depois, para dúvidas concretas, tenho alguns livros sobre o assunto e, se puder ajudar, estou aqui.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

relatório de progresso


Tenho um jacinto um bocadinho mutante. A extremidade da haste tem menos flores do que é habitual mas depois há várias flores ainda fechadas em baixo, junto à base da planta. Vou continuar a aguardar para ver o que se segue.


Mas o aroma que se espalha pela casa é maravilhoso, a Sílvia tem toda a razão.


21º

Ontem o Sol também estava avermelhado ao cair do dia mas era por causa das cinzas no ar. Cheirava a fumo e a vista em vez de embalar a imaginação torna-se assustadora. Incêndios no Inverno por falta de chuva e passar todos os dias pelo Parque Florestal de Monsanto e estarem todas castanhas e amareladas as copas das árvores que nesta altura do ano costumavam estar verdes... é triste demais para me conseguir abstrair.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

vida a nascer





Durante a semana passada começou a explosão de vida.



terça-feira, 29 de novembro de 2011

a clorofila em mim a falar


Não sou só eu a não gostar de frio, palpita-me que elas também o dispensariam. O meu manjerico até dá pena! Para as tentar animar, arranjei-lhes umas placas com legendas e acho que resultou. Tenho plantas fraquinhas, mas a aguentarem-se como umas valentes.






quarta-feira, 23 de novembro de 2011

LisboaBIO



Venda e degustação de produtos portugueses provenientes do modo de produção biológico. Lançamento de novos produtos e showcooking com chefs a apresentarem iguarias confecionadas exclusivamente com produtos biológicos. A partir de depois de amanhã e aqui mesmo pertinho de minha casa.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Se há beleza capaz de me deixar sem palavras e feliz à beira das lágrimas...


Murmuration from Sophie Windsor Clive on Vimeo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

painço


Gosto muito de cereais. Já tinha falado do painço há muito tempo atrás noutro blog. Tem várias designações: milho miúdo, millet (inglês), Hirse (alemão), entre outras. Esta semana voltei a fazer. Acompanhou saladas, foi servido simples e ainda experimentei com salmão e ervilhas - é bom de qualquer maneira. Desde que bem temperado e cozido no ponto (nem a mais, nem a menos).
Se existem milhares de alternativas, não devíamos alimentar-nos sempre com os mesmos alimentos. Uma vez por outra, compro coisas que nunca usei antes, para experimentar. Até hoje, quase sempre me surpreendi pela positiva (excepção feita aos quiabos, por exemplo, que ainda não consegui acertar-me com eles) e acabo por alargar gradualmente o nosso leque de possibilidades alimentares. O que era desconhecido ou estranho, passa a usual. Contribuímos para a preservação da biodiversidade e alimentamo-nos melhor. Um passinho de cada vez.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

além Tejo


Se ainda vos sobrarem uns dias de férias por gozar, vão a Évora por mim, sim?







domingo, 3 de julho de 2011

acelgas


Existem milhares de espécies vegetais comestíveis e, no entanto, os nossos hábitos alimentares são pouco criativos e baseiam-se em poucas dezenas. Variamos pouco, a oferta também é muito padronizada e continuam a existir muitos sabores e aromas por descobrir. Nunca tinha provado acelgas mas comprei e descobri que salteadas com um bocadinho de azeite e um dente de alho (e sal q.b.) são um acompanhamento mesmo bom. Lembram espinafres mas, quanto a mim, são mais saborosas.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Verão 2011

Queria dar as boas vindas ao Verão. Oficialmente, começa hoje. Amanhã vamos ter a chave da "nova" casa na mão (finalmente!) e vou poder começar a fazer ginástica a sério (limpezas, pinturas, mudanças...). É o fim de mais uma Primavera, mas o princípio de muitas coisas boas (quero acreditar que sim).



Estas são as flores de uma das árvores da vizinhança. Acho-a realmente bonita mas não descobri ainda a que espécie pertence. Caso saibam, agradeço - gosto de as tratar pelos nomes!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

eclipse lunar

Sempre gostei de procurar estrelas, identificar as constelações, distinguir os planetas ou contemplar a Lua. O universo distante (e o menos distante também) faz-me sentir pequenina e coloca-me no devido lugar. Na semana passada, fiquei colada à janela. Foi assim.




terça-feira, 14 de junho de 2011

aromáticas


Orégãos
Menta chocolate
Coentros

Cada vez é mais frequente encontrarmos vasos com aromáticas à venda. São das plantas mais bonitas para se ter em casa: decoram, perfumam o ambiente e ainda podem ser utilizadas na cozinha. Além disso, permitem reduzir a quantidade de sal e açúcar por terem sabores agradáveis que se impõem e, em vaso, são muito acessíveis e conservam-se frescas por muito mais tempo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

I surrender

Sou defensora das espécies autóctones, gostava que cada região mantivesse os seus tesouros e, se é verdade que há espécies exóticas lindíssimas, prefiro vê-las no ambiente natural do que ceder à pressão de as querer para mim. É por isso que não gosto de araras ou papagaios como animais de estimação, da mesma forma que não gosto de plantas tropicais nos nossos jardins portugueses. Mas o mundo está cada vez mais pequeno e uniforme, as pessoas gostam de  prender a beleza e fugir a isto já é quase impossível. Nos meus vasos cá em casa já tenho inevitavelmente algumas invasoras. Raramente me oferecem plantas que não o sejam. E confesso, os jacarandás (Jacaranda mimosifolia, D. Don) espalhados por toda a cidade de Lisboa, são o atentado mais bonito de todo o sempre. Quase me comovo a olhar para aquela explosão de cor, quando diariamente saio em direcção às Amoreiras no Marquês de Pombal. Ou mesmo aqui, ao lado de casa.


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