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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

aproveitar enquanto dura



Ontem e hoje tivemos direito a um oásis de calor em fevereiro. Apesar destas extravagâncias meteorológicas não serem bom augúrio para a saúde do planeta, a verdade é que sabem bem. O inverno é tudo de mau, desculpem lá. É um mal muito necessário, bem sei.

Luto mesmo para conservar a minha sanidade mental nos dias frios. Na maior parte das vezes, perco-a.

Portanto: Bem vinda, Primavera! Sei que não vieste para ficar, mas ainda bem que vieste.



segunda-feira, 3 de abril de 2017

Há vida na varanda












Antes de começar a escrever aqui alguma coisa, hoje, dei-me mesmo ao trabalho de ir com uma fita métrica tirar as medidas à nossa mini-varanda. Tem 2,3m por 1,4m. Pouco mais de 3m2. Tudo para vos poder assegurar que é MESMO pequena e que, independentemente do pouco espaço que possam ter disponível, é possível terem uma pequena horta ou jardim em casa. Ainda por cima, a nossa fica num ventoso 9º andar e virada para o frio norte! Não há desculpas, portanto. :)

Posso garantir que poucas coisas sabem tão bem como vermos as nossas plantas todas a florirem e podermos ir apanhar ervas aromáticas ou flores comestíveis directamente da terra para a cozinha. Isto na cidade tem um valor incalculável! Claro que há quem tenha mesmo quintais e jardins (ou varandas/terraços com espaço decente) em plena cidade e seja mais fácil, mas não é preciso muito mais que vontade e um bocadinho de dedicação (nem é assim tanta! Mesmo só um bocadinho).

Bem sei que em "Abril, águas mil" e que "Março ventoso, abril chuvoso" mas vamos aproveitar um dia de cada vez - e esta semana prevê-se maravilhosa!

sábado, 25 de março de 2017

Não sou desperdício zero, mas gosto da contagem decrescente





Carregar frascos grandes de vidro não é das tarefas mais práticas e é, quanto a mim, um dos principais factores dissuasores para quem quer abraçar uma vida com menos plástico, menos desperdício e embalagens. Podemos ter a motivação certa mas é necessária uma força de vontade à prova de frustração (e braços tonificados) para se resistir à tentação da facilidade. E, convenhamos, em dias de muito trabalho, trânsito caótico, casas por arrumar, mil compromissos e sonos atrasados, é tão mais fácil ceder ao consumismo e fechar os olhos à quantidade de lixo descartável que trazemos para casa. O frio e a chuva vêm dificultar ainda mais a tarefa de resistirmos ao apelo do conforto. Mas é possível. Além disso, qualquer passo no sentido contribuirmos para um planeta com menos desperdício, vale sempre a pena. Nem que seja pelo sentimento de dever cumprido quando nos aninhamos ao final do dia!

O melhor? Reduzir, não só é bom para a nossa Terra, para o futuro, para os outros e para nós, mas é muito mais bonito. Para me incentivar a ser mais firme em alguns destes pequenos passos, peguei em retalhos que andavam cá por casa (restos de toalhas de mesa!) e fiz um saco de fundo largo (capaz de albergar confortavelmente os frascos maiores) com alças compridas e confortáveis para os ombros. Não é um saco que muda as circunstâncias, claro, mas, pelo menos, alegra-me os olhos e facilita-me um bocadinho os dias! 



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

casa verde



A capacidade de sobrevivência e adaptação das plantas surpreende-me todos os Verões. Costumamos passar uma temporada grande fora de casa e elas ficam entregues à sua sorte, ninguém as vem regar. Claro que tento deixá-las abrigadas e que as rego abundantemente antes de sairmos, mas fecho sempre a porta de casa com a suspeita de que muitas delas não vão aguentar as temperaturas que Lisboa oferece em Agosto.
Ano após ano, sou surpreendida à chegada. É uma das razões pelas quais tenho alguma dificuldade em compreender quando alguém me diz que não tem sorte nenhuma com as plantas porque elas morrem todas. Aqui, portam-se com uma valentia admirável. A que está à direita, na fotografia de cima, resiste a tudo (incluindo todas as mudanças de casa) há mais de uma década. 






terça-feira, 5 de abril de 2016

na horta


com a mão na massa

Não sei o que se passa comigo por estes dias mas anda a ser difícil resistir ao apelo da terra. Nunca antes tinha sentido tanto a falta de ter um jardim ou quintal em casa. Na verdade, gosto muito de viver em apartamentos porque são mais quentes que as casas térreas, menos húmidos, com menos aranhas e formigas a entrarem por todo o lado e são mais seguros - entre várias outras vantagens que só descobri quando saí de casa dos pais aos 18 anos, mas de que nunca mais prescindi.

Só que este ano já enchi a varanda com vasos, tal como a sala e a cozinha, mas continua a saber-me a pouco. Do que gosto mesmo é dos espaços abertos, do campo e do contacto com a terra a sério e não a fingir. E não me importo com o trabalho duro, a sério que não. Dizem que quem trabalha por gosto não se cansa mas eu sei que isso não é verdade. Só que há cansaço e... cansaço. Gostava de passar os dias assim.

Tenho de repensar o que quero fazer quando for grande.

sábado, 19 de março de 2016

os dias estão a crescer!



O vento intenso, que é inevitável em andares altos, obriga-nos a trazer todas as plantas para dentro de casa e a não usar a varanda durante os meses mais frios. Se durante uma parte considerável do ano é como se não tivéssemos mesmo varanda, a meados de Março posso começar a planear a melhor maneira de voltar a aproveitar aqueles ínfimos metros quadrados. É uma varanda verdadeiramente pequenina, mesmo das mais modestas que existem, mas valorizo-a tanto e faço tantas coisas "lá fora" que acabo por usufruir dela como se fosse um grande terraço!

A mesa vai continuar cá dentro enquanto a chuva se mantiver mas hoje já levei algumas plantas para lá. Plantei alfaces, beterrabas, coentros e morangueiros; semeei salsa e estou muito animada com o tempo quente que aí vem. Espero que não demore!




quinta-feira, 17 de março de 2016

agricultora (por uma semana)



Estou a trabalhar com um grupo de vinte e poucos alunos, num projecto de hortas urbanas biológicas. Para inspiração, começámos a semana na Quinta do Arneiro e dificilmente haveria melhor escolha. Foi inspirador, saudável, didáctico e uma verdadeira experiência para todos os sentidos. Pudemos andar no meio dos canteiros a provar um pouco de tudo, a aprender, descobrir sabores novos e flores comestíveis. 

Cresci no campo e é onde me sinto em casa. Os cheiros, as cores, os sabores... mesmo com trabalho árduo e horários exigentes, tudo o que é amigo da terra me parece sempre mais leve e óbvio. A naturalidade de estarmos no sítio certo, rodeados do que nos faz bem.





sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

só mais um bocadinho...







... do lindo Jardim Botânico. Não podia guardar tantas imagens bonitas só para mim!

Para a semana prevê-se Sol a brilhar e temperaturas a subir. Eu sei que é cedo e isto são só umas tréguas passageiras mas, enfim, para quem anda desde Setembro a sonhar com o dia em que arruma novamente as botas e os casacos, qualquer migalha de Verão é bem-vinda. Estou oficialmente feliz com o que vier. Vamos para a rua! :)

sábado, 13 de setembro de 2014

lotaria da hereditariedade










Os ruivos têm a cor de cabelo mais rara nos humanos. Ocorre espontaneamente em apenas 1 a 2% da população. Hoje em dia vê-se mais porque há muita gente que pinta os cabelos com tons cenoura e avermelhados. Eu venho de uma família materna com alguns ruivos. A minha mãe é. As tias, a avó, uma prima... e esta menina que é filha do meu único primo direito (porque de resto são só primas!) ainda alia aos cabelos cenoura uns olhos de um azul profundo a que a minha máquina fotográfica não consegue fazer justiça. Com uma família de ruivos (e alguns louros escandinavos como o meu irmão), peles clarinhas, sardas e olhos azuis, eu fui herdar só mesmo as sardas. Na lotaria da hereditariedade, pode-se dizer que passei ao lado do jackpot. Uma cara sardenta é a única coisa visível que fui buscar à minha mãe. Talvez seja por isso que sempre gostei tanto das minhas sardas!


quarta-feira, 2 de julho de 2014

magnólias




É uma magnólia, flor da Magnolia grandiflora, uma árvore de grande porte, oriunda dos Estados Unidos da América, que agora já encontramos em vários sítios pela Europa. 

Esta veio parar cá a casa. Como em todas as magnólias, a flor é de uma beleza incrível. Esta é a maior de todas e a isso deve o nome científico "grandiflora". Supostamente, a flor chega a ter 30cm mas acho que a minha até é maior! Tem pétalas rígidas de um branco bonito e, por onde passa, liberta um aroma intenso que me faz lembrar citrinos e baunilha.

Sou só eu que fico sem palavras?
Quais são as vossas flores preferidas?

quinta-feira, 20 de março de 2014

primavera 2014 - dia 1



A primavera chegou hoje. Os dias quentes e longos já se vislumbram ao virar da esquina e apetecem cada vez mais as atividades ao ar livre, os passeios a pé, demorarmo-nos em esplanadas ao sol, transferir as plantas para vasos maiores e cozinhar com vegetais biológicos fresquinhos e cheios de sabor, colhidos pelas nossas mãos. Só coisas boas!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Crinkles de Chocolate





A Filipa foi minha colega de curso. Casou no mesmo dia que eu mas um ano depois, e com um outro colega de curso. Não mantivémos muito contacto porque a própria geografia encarregou-se de nos separar a quase todos. Sei que, hoje em dia, a Filipa é uma orgulhosa mãe de três, continua a manter o seu sorriso aberto e vai partilhando receitas doces no seu blog. Experimentei as crinkles de chocolate e fiquei rendida. Tinha de partilhar!

Crinkles de Chocolate
2 ovos
100g açúcar
200g farinha de trigo (com fermento)
200g chocolate em barra
60g manteiga com sal
1/2 c.c. fermento em pó
açúcar em pó


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