Mostrar mensagens com a etiqueta DIY. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DIY. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Inverno, a quanto obrigas!



Com o frio que faz na rua, Janeiro é o mês em que menos me apetece sair de casa. Todas as alternativas a sair e congelar ou apanhar uma chuvada, me soam apelativas.

Muito logicamente, esta é também a altura do ano em que realmente apetece mexer em lãs e ficar perto de tecidos quentinhos. Encontrei uns novelos nacionais Ecofriendly que são 100% lã, em cores lindas, e têm sido uma companhia do caraças estas semanas. Uma das coisas que fiz (a mais simples) foram capas destas para sabonetes. Comprei sabonetes de alfazema com manteiga de karité, sem aditivos ou químicos de síntese nocivos e desnecessários, para rechear as capas de lã pura e isto é o esfoliante mais eficaz que já se viu. E perfumado! E amigo do ambiente e da pele. E bonito, vá! Estou orgulhosa da ideia.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

a árvore do ano passado




Sou uma pessoa do verão e do calor. A menos de 26ºC entro em hipotermia, por isso não sou o melhor exemplo a lidar com os meses frios. O pior é que o frio verdadeiro ainda nem se faz sentir, o inverno ainda não chegou e eu já estou farta dele há semanas! O que traz a estes meses do final do ano alguma distração e ilusão de aconchego são as luzinhas (as mantas e malhas não são ilusão) e por isso estou a aguentar-me para não montar uma árvore de Natal já em Novembro. Não seria a primeira .

Árvore de 2017



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Quadrados de millet tufado






Achei que era o dia de voltar. Estava com saudades.



Ainda não tive férias este ano. Aliás, mudei de trabalho no finalzinho de Fevereiro e, legalmente, ainda nem sequer tenho direito a férias para já. Para quem passa o ano inteiro a sonhar com a praia, o Sol e tempo de qualidade... isto é duro, gente!




A minha técnica de sobrevivência passa por fingir que os finais de dia (quando não são passados a trabalhar) são férias. Ajuda muito! Sou fácil de enganar (principalmente quando quero muito, muito ser enganada). Finais de dia a passear, numa esplanada, em fugida até à praia, a jantar num sítio diferente, cocktails na varanda... tudo serve. Até experimentar receitas novas divertidas, como estes quadradinhos de millet puffs. Muito fáceis, muito bons e relativamente saudáveis. Aliás, a receita é do livro "Nem acredito que é saudável", da muito querida Sara Oliveira (autora do blog com o mesmo nome do livro) que tive o prazer de conhecer durante os meus tempos na Maria Granel. Os quadradinhos ficam uma delícia mas não precisam de acreditar em mim: experimentem vocês e comprovem.




Entretanto, vamo-nos encontrando mais por aqui.


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

almofadinhas com alfazema



Antes de mais, bem vindos a 2018! Estamos cá todos.
Tenho andado desaparecida daqui mas muito produtiva (e semi-prendada, vá!). Foi um final de ano muito bom - com muito trabalho mas também com muita família.

No coração do Inverno, os dias parecem mais curtos e os serões mais longos (provavelmente porque saímos menos de casa). O tempo continua a ser um recurso escasso e precioso mas tenho tentado usá-lo o melhor que sei. Comecei este ano como terminei o anterior: a costurar, bordar, tricotar e crochetar em grande ritmo... e a adorar fazê-lo! Mesmo coisas simples como estas mini-almofadas de alfazema para colocar em gavetas ou pendurar nos roupeiros (sabiam que a alfazema repele as traças e o seu aroma ajuda a relaxar e chamar o sono?) são um prazer enorme de fazer com as nossas próprias mãos. Apanhei as flores de alfazema no Verão, sequei-as à sombra cá em casa e têm um aroma muito mais intenso do que as que se encontram à venda. Nunca mais é Verão outra vez!  ;) Falta muito?







terça-feira, 28 de novembro de 2017

respigar


A zona onde trabalho tem várias casas com jardins e quintais grandes bem tratados. No final da Primavera e início do Verão, muitas árvores foram podadas e quase todos os dias encontrava ramos giros e flores em montes à beira dos passeios à espera de serem recolhidos. Eram lixo para quem os tinha descartado mas eu via potencial em muitos deles. A questão prática é que não dava para andar a recolher braças enormes e galhos de árvores, arrastá-los pela rua e levá-los para o trabalho. Até ao dia em que calhou estacionar o carro mesmo ao lado de um monte destes ramos maleáveis de um salgueiro-chorão. Vocês não têm ideia da quantidade de coroas que fiz! À vontade umas 30! Tenho-as usado para tudo e levado para todo o lado, são muito bonitas só por si mas também são muito versáteis porque podemos entrelaçar nelas todo o tipo de verdes, flores ou fitas e criar coroas únicas. Fica a ideia, para o caso de terem um quintal ou também passarem a vida a encontrar tesouros na rua.






segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Ponto Jasmim - corrida de obstáculos em crochet



Não pegava numa agulha de crochet há vários meses. Esta semana cruzei-me no Pinterest com fotografias deste Ponto Jasmim e resolvi dar uma hipótese ao tutorial em espanhol (!) do vídeo no link. É mais difícil do que esperava - na primeira vez que olhei para ele pensei que não devia custar nada a fazer, estava mesmo enganada! Mas depois de se perceber a lógica é muito giro e até custa parar! Acho que até estou a gostar mais disto precisamente por não ter sido fácil à primeira. Não faço a mais pequena ideia do destino que hei-de dar ao que está a sair daqui, mas o ponto é bem giro, não é? Ou se calhar não é e são só os meus olhos maternais depois de um parto difícil! ;) Se também gostam de desafios, recomendo! Experimentem.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

leite de amêndoas (e bolachinhas com as sobras!)



Não tenho nenhuma restrição alimentar, nenhuma intolerância ou desconforto, nem nada contra o leite de vaca - mas também não tenho nenhuma razão para não gostar de leites vegetais. Na verdade, porque só compro leite de vaquinhas criadas em modo de produção biológico, o preço não fica assim tão abaixo do dos leites vegetais e essa deve ter sido a principal razão para ter começado a experimentar alternar entre ambos. Produtos de soja não consumo mas os leites de amêndoa, avelã, caju, aveia, trigo sarraceno, alpiste ou arroz, têm vindo a ganhar um lugarzinho generoso no meu coração. Mais ainda, desde que percebi como é fácil fazê-los em casa. E são só vantagens: não só somos nós que selecionamos os ingredientes que queremos usar e a qualidade deles, como, ainda por cima, o sabor fica incomparável. E aproveita-se tudo!


Leite de amêndoas

100g de amêndoas cruas com pele
1 tâmara medjool
água

É mesmo só isto! E até podia ser mais simples (a tâmara é só por causa da minha gulodice).

Coloco as amêndoas de molho em água durante a noite (num frasco no frigorífico) e depois de bem ensopadinhas é fácil apertá-las e retirar-lhes a pele. É fácil mas pode demorar um bocadinho. Cultivem a paciência. Aproveitem o tempo enquanto descascam as amêndoas para abrandarem e organizarem os pensamentos. :) 

Depois de bem descascadas, só têm de lhes acrescentar a tâmara (sem caroço), água (mais ou menos 1 litro) e triturar muito bem num robot de cozinha ou liquidificadora potente (com a varinha mágica também dá). E pronto! Podem filtrar com um pano poroso e têm a vossa bebida vegetal de amêndoas pronta. Há quem goste de acrescentar também uma pitada de sal, eu dispenso mas testem ao vosso gosto.


Com o que resta dentro do paninho que serve de filtro, depois de muito bem apertado e espremido, podem fazer bolachinhas de amêndoa. Juntei 1 ovo, 50g de manteiga, farinha de espelta e açúcar demerara, baunilha e uma pitada de sal. Não são a coisa mais saudável do mundo mas são deliciosas (e bem melhores que quaisquer bolachas compradas fora de casa!)

terça-feira, 30 de maio de 2017

vestida por... mim!




No último fim de semana consegui terminar uma peça de roupa minimamente usável - apesar de  bastante imperfeita. É um vestido amarelo e ficou larguíssimo mas estou feliz na mesma (mais vale largo que apertado  - Am I right?). Usei um tecido baratinho porque tinha receio de estragar tudo e ser um desperdício, mas acabo por concluir que a tarefa teria corrido melhor se o tecido não fosse tão mau. Foi um teste. Com o tempo vamos lá!

Quando ainda andava a estudar (no 3º ciclo e no secundário) cheguei a ir várias vezes para a escola com roupas feitas por mim. Ainda hoje me questiono como é que isso era possível. Agradeço a paciência e benevolência da minha mãe por ter aturado a minha adolescência. Não sei como sobrevivi às parvoíces que fazia mas, por outro lado, tenho alguma pena de a idade nos trazer esta coisa a que chamam "bom senso" que nos faz tão mais retraídos. Este ano não há-de acabar sem que eu saia à rua com roupa feita por mim!




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Papas de aveia - sem limites :)



As papas de flocos de aveia são uma daquelas coisas que sempre fizeram parte da minha vida. A minha mãe fazia-as, a minha avó também, habituei-me a prepará-las de mil e uma maneiras mas nunca lhes dei grande  atenção por serem tão habituais lá em casa. Fáceis de fazer, saborosas, rápidas e muito saciantes, eram a escolha frequente nos dias em que apetecia um pequeno almoço mais substancial ou quando faltavam ideias para despachar o jantar. Durante muito tempo, as minhas preferidas eram as que fazíamos ao jeito do arroz doce: flocos cozidos em leite com um pau de canela, raspa de limão e açúcar integral de cana. Hoje já não sou grande fã de misturar canela e limão, mas antes era assim mesmo que gostava! Cozidas em água também não aprecio, ficam pouco cremosas. Mas agora não faltam alternativas de leites vegetais bem saborosos como os de amêndoa, avelã, caju, arroz ou mesmo de aveia (tentem fazer em casa porque são mesmo fáceis ou tenham atenção e evitem comprar os que tenham açúcares adicionados).

Nunca abandonei completamente a aveia mas, durante uns tempos, apeteciam-me mais as papas não cozidas - as "overnight oats" como estas de que vos cheguei a falar - que ficam a amolecer durante a noite e nos esperam prontinhas ao pequeno almoço. Recentemente redescobri o prazer de uma boas papas cozidas e cremosas porque percebi que não há muitos limites para a criatividade - e a aveia é mais bem digerida depois de cozida. Há versões que não acabam e podemos sempre inventar e descobrir novas formas de as melhorar.

Na imagem, a preferida do momento: com curcuma e cardamomo, entre várias outras coisas deliciosas. Fica boa e bonita, além de nos fazer muito bem. Dá para prepararmos doses maiores e despacharmos logo vários pequenos almoços de uma vez ou um lanche/almoço pronto a levar (se colocarmos num frasco, fica fácil de transportar).

Uma descoberta boa que fiz com a Catarina Beato no workshop na Maria Granel foi a maravilha que é adicionar uma colher de sopa de farinha de coco e/ou farinha de batata doce às papas porque ficam muito mais cremosas e o sabor também sai a ganhar.

Estou rendida. É bom voltar aos sabores de sempre e encontrar aquele conforto do que nos é familiar sem que deixe de nos surpreender todas as vezes!


GuardarGuardar

terça-feira, 11 de abril de 2017

dias bons, estes





Faltam só uns dias para a Páscoa. O tempo tem estado maravilhoso, com céu azul e um calor que só lembra férias (hoje, 29ºC em Lisboa!). Não esperava tanto de Abril. Tem sido perfeito. Tenho aproveitado muito bem o meu tempo e estou com aquela sensação rara de estar a conseguir adiantar muitas das coisas que passava a vida a adiar. Sabe tão bem!

Esta semana já fiz cortinados novos para todas as janelas da sala, furos na parede para alguns quadros que precisavam de espaço, remendos e arranjos em roupa que estava há demasiado tempo a pedir atenção, limpezas várias (até no lado de fora das janelas!), experimentei receitas novas, transplantei as minhas nespereiras que estavam mesmo a precisar de vasos maiores e hoje semeei as alfaces e cenouras que havemos de comer no Verão. Em maré produtiva, é aproveitar!


segunda-feira, 3 de abril de 2017

Há vida na varanda












Antes de começar a escrever aqui alguma coisa, hoje, dei-me mesmo ao trabalho de ir com uma fita métrica tirar as medidas à nossa mini-varanda. Tem 2,3m por 1,4m. Pouco mais de 3m2. Tudo para vos poder assegurar que é MESMO pequena e que, independentemente do pouco espaço que possam ter disponível, é possível terem uma pequena horta ou jardim em casa. Ainda por cima, a nossa fica num ventoso 9º andar e virada para o frio norte! Não há desculpas, portanto. :)

Posso garantir que poucas coisas sabem tão bem como vermos as nossas plantas todas a florirem e podermos ir apanhar ervas aromáticas ou flores comestíveis directamente da terra para a cozinha. Isto na cidade tem um valor incalculável! Claro que há quem tenha mesmo quintais e jardins (ou varandas/terraços com espaço decente) em plena cidade e seja mais fácil, mas não é preciso muito mais que vontade e um bocadinho de dedicação (nem é assim tanta! Mesmo só um bocadinho).

Bem sei que em "Abril, águas mil" e que "Março ventoso, abril chuvoso" mas vamos aproveitar um dia de cada vez - e esta semana prevê-se maravilhosa!

sábado, 25 de março de 2017

Não sou desperdício zero, mas gosto da contagem decrescente





Carregar frascos grandes de vidro não é das tarefas mais práticas e é, quanto a mim, um dos principais factores dissuasores para quem quer abraçar uma vida com menos plástico, menos desperdício e embalagens. Podemos ter a motivação certa mas é necessária uma força de vontade à prova de frustração (e braços tonificados) para se resistir à tentação da facilidade. E, convenhamos, em dias de muito trabalho, trânsito caótico, casas por arrumar, mil compromissos e sonos atrasados, é tão mais fácil ceder ao consumismo e fechar os olhos à quantidade de lixo descartável que trazemos para casa. O frio e a chuva vêm dificultar ainda mais a tarefa de resistirmos ao apelo do conforto. Mas é possível. Além disso, qualquer passo no sentido contribuirmos para um planeta com menos desperdício, vale sempre a pena. Nem que seja pelo sentimento de dever cumprido quando nos aninhamos ao final do dia!

O melhor? Reduzir, não só é bom para a nossa Terra, para o futuro, para os outros e para nós, mas é muito mais bonito. Para me incentivar a ser mais firme em alguns destes pequenos passos, peguei em retalhos que andavam cá por casa (restos de toalhas de mesa!) e fiz um saco de fundo largo (capaz de albergar confortavelmente os frascos maiores) com alças compridas e confortáveis para os ombros. Não é um saco que muda as circunstâncias, claro, mas, pelo menos, alegra-me os olhos e facilita-me um bocadinho os dias! 



domingo, 12 de março de 2017

ainda da festa do último fim-de-semana



Mesas muito informais, ao ar livre, em dia de chuva. A noiva escolheu a simplicidade absoluta: margaridas e gipsofila (Gypsophila). Juntei-lhes vidros transparentes (frascos, jarras, garrafas...), fibras naturais (juta) e algumas conchas e búzios (via-se o mar ao fundo) em combinações assimétricas e aleatórias. Para quê complicar? Simples, simples, simples. 





terça-feira, 7 de março de 2017

making of de uma festa ao ar livre - placas de sinalização





Como vos tinha dito, estive nos últimos dias a ajudar a organizar e decorar o casamento de amigos. A parte mais fácil e divertida da planificação da festa: pintar, pregar e espalhar as placas de sinalização pelo espaço. A maior dificuldade foi saber exactamente em que direcção apontar porque tínhamos planeado toda a festa na esperança de que não chovesse e, até ao último momento, não sabíamos com o que contar. Choveu. Bastante. Toda a manhã e até momentos antes da cerimónia começar. Foi necessário mudar a localização de quase tudo mas correu bem e acabou por ser uma correria emocionante. Tudo está bem quando acaba bem. :)



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...