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segunda-feira, 11 de julho de 2016

brunches, lunchiners, ou o que for...




O pequeno-almoço tardio generoso, que de "pequeno" não tem mais nada além do nome, e que substitui logo o almoço, é uma das minhas refeições preferidas. Chamam-lhe brunch e, desde que passámos a atribuir-lhe um nome, parece que ficou mais famoso. Só que não, ele já existia... era o pequeno almoço de fim de semana ou das férias, aquela refeição maravilhosa de quem não precisa de olhar para o relógio nem de se justificar por estar a comer ovos com salmão fumado ao pequeno almoço.

Com nome estrangeiro importado ou não, eu gosto muito de bruncheslunchiners e todas as outras fugas à rotina que me sugiram férias, nem que seja durante uma ou duas horas, num sábado quente entre duas semanas de trabalho. Vale a pena!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

sítios onde apetece ficar






Sábado, em Coimbra, entrei neste espaço (que nem sei como se chama ou a quem pertence) e senti-me em casa. Podia trabalhar num lugar assim. Mais do que paredes e objectos, há sítios que parecem respirar e onde a criatividade entra e circula a maior velocidade. O caos organizado é uma das minhas coisas preferidas de sempre. E Coimbra!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

viver mais devagar - viver mais



Ouve-se muitas vezes por aí que "parar é morrer". Deixem que vos diga: não parar é a verdadeira tragédia dos nossos tempos. Por estes dias, tenho sentido (mais ainda que o habitual) urgência em abrandar. Parar. Saborear os minutos. Viver a sério. Estou em contagem decrescente para as férias.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

por estes dias, a mini-varanda é o sítio preferido cá em casa



Aparecer menos por aqui pode ter muitas razões mas há duas preponderantes e quase opostas: estar demasiado cansada ou andar ocupada com muitas coisas boas. Felizmente, a desculpa para as ausências recentes tem mesmo sido a segunda. O calor é o meu melhor combustível.



Quanto a vocês não sei, mas tudo me sabe melhor quando chega este tempo bom de Sol a brilhar e céu azul, com termómetros acima dos 20ºC. Até a comida estival é melhor! Mais saudável e mais simples. 

Apetecem mais as saladas, os sumos de fruta, os alimentos que se comem crus, pouco cozinhados e sem grande elaboração. Os gelados... ai, os gelados... é tudo bom! Credo, não consigo ser imparcial nisto das alturas do ano, desculpem. :) Até a roupa que vestimos é mais simples no Verão! Os dias são mais longos e as noites agradáveis. Não há meias para lavar! Nem são necessários guarda-chuvas! É mesmo tudo bom!


domingo, 8 de maio de 2016

dia das mães



Obrigada mamã. Por tudo.

terça-feira, 3 de maio de 2016


deusmelivro

Sexta-feira, no São Luiz, foi bonito. Supostamente não podem usar-se telemóveis durante os espectáculos lá e eu fui uma boa menina e não infringi as regras. Houve muito quem o fizesse por mim e espeto-vos aqui abaixo uma fotografia que deixa perceber um bocadinho do especial que foi (sem créditos porque, em teoria, esta fotografia nem sequer deveria existir).


Quinta-feira há mais, na Casa da Música.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

É hoje!


fotografia  da Rita Carmo

Hoje saiu disco novo. Logo à noite, no Teatro São Luiz, há concerto de lançamento. Ele não fica nervoso com estas coisas. Eu fico.


terça-feira, 5 de abril de 2016

na horta


com a mão na massa

Não sei o que se passa comigo por estes dias mas anda a ser difícil resistir ao apelo da terra. Nunca antes tinha sentido tanto a falta de ter um jardim ou quintal em casa. Na verdade, gosto muito de viver em apartamentos porque são mais quentes que as casas térreas, menos húmidos, com menos aranhas e formigas a entrarem por todo o lado e são mais seguros - entre várias outras vantagens que só descobri quando saí de casa dos pais aos 18 anos, mas de que nunca mais prescindi.

Só que este ano já enchi a varanda com vasos, tal como a sala e a cozinha, mas continua a saber-me a pouco. Do que gosto mesmo é dos espaços abertos, do campo e do contacto com a terra a sério e não a fingir. E não me importo com o trabalho duro, a sério que não. Dizem que quem trabalha por gosto não se cansa mas eu sei que isso não é verdade. Só que há cansaço e... cansaço. Gostava de passar os dias assim.

Tenho de repensar o que quero fazer quando for grande.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

ovos pintados



Já que ando no tópico "ovos", deixem-me mostrar-vos alguns dos que pintei este ano e pode ser que vos entusiasmem a experimentar. É uma atividade muito divertida e relativamente rápida. Não tem propriamente um objetivo funcional mas, who cares?

Usei tintas acrílicas para pintar e paus de espetada para segurar os ovos durante o processo. Na minha opinião, ficaram muito giros. Acho mesmo que até gosto mais deles pintados do que tingidos mas pode ser só pelo efeito da novidade (quase de certeza que é isso, porque os outros têm um ar menos artificial que costumo preferir). E é isto!

Alguma vez pintaram ovos? 


ciclos e estações


Há três anos, neste dia, nada mudava muito. :)

arranjos primaveris



Um grande arranjo com ramos de salgueiro podados no início da primavera e com ovos pendurados, era um clássico em casa dos meus avós maternos, todos os anos por esta altura.

Mãe e avó ensinaram-me a furar cada ovo nas duas extremidades com uma agulha e muito cuidado, soprar o conteúdo para fora (e aproveitá-lo para fazer bolos, claro!), lavar muito bem o interior e depois cozer as cascas em água com corante natural (por exemplo cascas de cebola, ou beterraba) ou folhinhas de corante alimentar. Depois deixávamo-los secar, prendíamos-lhes uma fita a cada um e estavam prontos a enfeitar a casa. A minha avó também costumava tingir alguns ovos cozidos com o conteúdo e que iam para a mesa e eram mesmo comidos! Fazíamos isto praticamente todos os anos.

Agora continuo a fazer o mesmo sozinha mas vou introduzindo algumas novidades (o Pinterest tem grande parte da culpa) e tenho conseguido, com algum sucesso, guardar os ovos de uns anos para outros. Continuo a só ter um forrado com tecido e fitas mas, pelo menos, é dos que resistem ainda. Este ano, em vez de os tingir, optei por pintar. Na fotografia abaixo já tinha acrescentado um branco (o mais acima de todos) e um azul vivo (á direita) que foram pintados este ano e levaram purpurinas prateadas. Na última fotografia, que se vê com mais pormenor, todos os ovos vieram de anos anteriores. Aguentaram-se muito bem. Ninguém diria, certo?



quinta-feira, 31 de março de 2016

coisas dos dias e do tempo



Esta semana tenho mini-férias mas o Samuel resolveu apanhar uma gripe daquelas que deixam qualquer um de rastos e acabámos por ter de ajustar os nossos planos para ficarmos por casa o tempo quase todo.

Até ver, tenho aproveitado para dar passeios a pé na vizinhança, organizar a casa (eu sei, grande seca!), dedicar tempo às plantas, ler e fazer mais algumas das coisas que raramente consigo encaixar no dia-a-dia normal. Está a ser bom - apesar daquela angústia do regresso ao trabalho me acompanhar o tempo todo, os dias parecerem passar a voar e ter uma pessoa cheia de febre em casa dias a fio não ser propriamente animador. Angústias à parte, até tenho feito algumas coisas giras. E ontem tive o aniversário mais descontraído da minha vida. A varanda está apetecível. Melhor parte: as alfaces que semeei na semana passada já estão a germinar!



quinta-feira, 17 de março de 2016

agricultora (por uma semana)



Estou a trabalhar com um grupo de vinte e poucos alunos, num projecto de hortas urbanas biológicas. Para inspiração, começámos a semana na Quinta do Arneiro e dificilmente haveria melhor escolha. Foi inspirador, saudável, didáctico e uma verdadeira experiência para todos os sentidos. Pudemos andar no meio dos canteiros a provar um pouco de tudo, a aprender, descobrir sabores novos e flores comestíveis. 

Cresci no campo e é onde me sinto em casa. Os cheiros, as cores, os sabores... mesmo com trabalho árduo e horários exigentes, tudo o que é amigo da terra me parece sempre mais leve e óbvio. A naturalidade de estarmos no sítio certo, rodeados do que nos faz bem.





segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016



Ofereci uma pedrinha da praia ao Tomás (6 anos). Pergunta-me, com os olhos a brilhar:

- Posso ficar com ela para sempre?

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

#ninjadotricot



Uma camisola inteira de seguida, sem ter de tirar nunca as agulhas e só com ponto liga foi o necessário para me convencer. Agora posso dizer que já tricotei uma camisola. Ninguém precisa de saber que foi o modelo mais básico do mundo e em tamanho bebé.

Se também não são virtuosos nas agulhas mas até gostavam de fazer alguma coisa que se visse, deixo-vos as instruções do Creativa Atelier, que me serviram de orientação. Duvido que encontrem mais fácil (mas se encontrarem, digam-me por favor!) e esta, apesar de simples, fica muito gira. Recomendo!



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

valentim


Imagem do blog The first year
O dia do senhor Valentim calhou num fim-de-semana e apeteceu-me assinalar a data com uma versão simplificada desta sobremesa encontrada no The first year.

Juntámos-lhe um jantar a dois (que é basicamente o mesmo que acontece em quase todos os outros dias do ano) e foi especial sem custar nada. Vai buscar, consumismo!


Quanto à sobremesa: é só uma espécie de bavaroise em camadas. Limitei-me a diminuir (drasticamente) o número de camadas e substituir o chantilly por natas com sementes de chia. Poupei muito tempo e ficou bonito q.b. e muito bom. Recomendo!


sábado, 13 de fevereiro de 2016

o sítio certo na hora certa



Eu sei que pelas fotografias pode parecer que não, mas o dia está a ser de trabalho. Só que um sábado é um sábado e, só o prazer de me poder sentar à mesa em casa e almoçar com o meu amor, vale MILHÕES. Foi um bom dia.



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

forrar capas de cadernos, livros e blocos de notas





Há muitos cadernos giros por todo o lado. Demasiados mesmo. Tão giros que às vezes custa resistir-lhes mesmo sem precisarmos. Aliás, há tantos e tão bonitos que não se justifica alguém ter cadernos de que gosta só assim-assim. Mas, porque os assim-assim existem, a solução é subir a fasquia e forrá-los ao nosso gosto. Já forrei várias vezes com recortes, papéis de embrulho e até com tecido mas acho que nunca tinha ficado tão feliz com o resultado, como com estes.

Usem cola branca, o vosso gosto, um bocadinho de paciência... e podem ter cadernos personalizados para sempre. Até me apetece ir comprar muitos cadernos feiosos só para poder continuar a forrá-los a azulejo português! Não ficaram lindos?




terça-feira, 19 de janeiro de 2016

um calendário diferente para um ano especial


damask love

Todos os anos compro uma agenda em papel logo no final de Novembro (ou no início de Dezembro) do ano anterior. Em parte por me ajudar a andar organizada e a não me esquecer de datas ou compromissos importantes, mas também porque gosto de estar sempre a escrever e de papéis em geral (e ainda posso guardar um mundo de coisas entre as páginas de uma agenda). Eu sei que não estou sozinha nisto!

Quanto a calendários de parede, é mais a meio de Janeiro que começo a sentir a ausência. Este ano optei por não comprar e imprimi um calendário MUITO giro do damask love que partilho convosco porque é liiindo, gratuito, muito engraçado e para colorir! Só coisas boas. É mesmo divertido e assinala apenas datas "ridículas" (que não são nada ridículas!). Hoje, por exemplo, é o Dia das Pipocas e estou bem capaz de o celebrar logo depois do jantar com uma grande taça de pipocas no colo a acompanhar um filme.

Feliz Dia das Pipocas!

damask love

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

ter os pés no chão



Fotografar pés é uma daquelas tristes manias adolescentes que algumas pessoas da minha geração não conseguiram superar. Na época das selfies, do que continuo a gostar mesmo é de fotografar pés e de filmar passos.

Há uma certa poesia no chão que pisamos. Que nos sustenta. Na gravidade. Nos passos que nos levam a algum lado e até nos que não damos. Por que é que não os damos?





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