terça-feira, 31 de janeiro de 2012

de volta aos bolos



Bati 100g de açúcar mascavado com 3 ovos, juntei 100g de farinha autolevedante, 100ml de leite, 100g de margarina vegetal (derretida), 1 c.s. de custarda. As quantidades não são rigorosas, dependem dos vossos gostos e podem variar a quantidade do açúcar e jogar com a farinha e o leite para obter a consistência final pretendida. Depois de bem misturado foi ao forno a 180º em forma de silicone até se espetar um palito e o mesmo vir seco. Esperam-se 10 minutos antes de desenformar. Depois de arrefecer, cobri com natas e morangos.

pensar alto



Lembram-se daqueles velhotes que nos Marretas estavam sempre num camarote a comentar, discordar e reclamar de tudo? Há muitos dias em que eu sou um deles. Dá-me para ficar no camarote a reclamar da vida. E a verdade é que todo o tempo que perdemos a lamentar o que não está bem ou podia estar melhor, é tempo desperdiçado. Acredito que a ênfase deve sempre ser colocada no que é bom e podemos melhorar. Não digo que seja fácil nem que o podemos conseguir sozinhos, mas é o caminho a seguir.

No entanto, os velhotes no camarote não deixam de ser os meus personagens preferidos...

sábado, 28 de janeiro de 2012

janeiro a acabar...



... e meio inverno já lá vai. Têm estado dias frios com céu azul mas sem nuvens. Nem quero pensar na chuva que por aí virá ainda, mas tento preparar-me para ela porque se não chegar de todo, os campos vão reclamar. Prefiro calor e céu azul mas não pode ser sempre verão, temos que reconhecer e valorizar a importância de todas as estações e dos ciclos para a natureza. Este inverno não tem sido bom para os agricultores e, confortavelmente aconchegados dentro de casa, frequentemente nos esquecemos disso e do quanto afeta também a nossa vida.

a base de dados dos meus sonhos

Não é bem, mas quase! Pelo menos promete vir a ser muito útil no meu futuro planeamento de refeições: punchfork. Bom fim de semana!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

os intermináveis serões de Inverno




O frio traz-me de volta às lãs. Estou a tricotar uma manta cinzenta às riscas. O tricot é bom porque ocupa-me as mãos, descontrai-me a cabeça e produz resultados. Além disso, tinha cá por casa 3 sacos com lãs muito macias há demasiado tempo e precisava de as gastar de alguma forma. Para descansar do crochet, recorro ao tricot. Qual dos dois preferem?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

o nosso néctar



Chá verde com uma rodela de limão e uma colher de mel = ♥


devagar se vai ao longe



Este ano vou andar a terminar presentes de Natal até Março, já me conformei. Lá diz o povo que "o que não tem remédio, remediado está" e, por isso, decidi assumir isto com naturalidade. Gosto muito de oferecer coisas feitas por mim mas tudo leva o seu tempo e o fim do ano é curto. Há coisas piores. E já saiu mais uma fornada!





terça-feira, 24 de janeiro de 2012

o exercício da paciência


Agrada-me a rotina de aguardar pacientemente, semana após semana, que chegue a segunda-feira para saber o que acontece lá em Downton Abbey. Bem sei que é uma "série de mulherzinha" mas, com mais Globos de Ouro muito justamente arrecadados, sinto-me legitimada para escancarar esse meu lado piroso (como se no erva cidreira não o fizesse já suficientemente!). Gosto de quase todas as séries de época mas há que fazer justiça e elogiar os britânicos. Estas séries inglesas não perdoam, são certeiras, têm aquela precisão no contexto, o rigor das roupas e cenários, o travo amargo da perfeição que quase se cumpre mas no derradeiro instante se desfaz e desmorona com uma imperfeição notável. A segunda temporada termina inesperadamente feliz e serena, mesmo a pedir uma grande desgraça no início da terceira. E eu aprecio tanto uma boa desgraça! Fico à espera, claro.

sábado, 21 de janeiro de 2012

cada cabeça...

Quando consigo inventar tempo, termino tarefas pendentes que me dão mesmo prazer. No Natal ofereci algumas bóinas feitas por mim. Uma serviu na perfeição, outra precisou de retoques mas já vai hoje regressar definitivamente à proprietária por direito e a terceira ainda está a ser terminada (as cabeças são todas diferentes e, se eu lhes pedisse as medidas, ia-se a surpresa).


prioridades

A minha disponibilidade nos últimos dias tem vindo a ser gerida de forma apertada. Só tenho emprego até dia 30 de Março (que, ainda por cima, é o meu dia de aniversário!), por isso, organizar currículos e escrever cartas de motivação têm sido as prioridades. Confirmo no meu quotidiano a pirâmide de Maslow. Não sobra muita criatividade, tempo ou vontade para as pequenas coisas do dia-a-dia, quando as grandes coisas não estão asseguradas. Infelizmente, parece-me que somos muitos no mesmo barco. Estou a dar o meu melhor e, a partir daí, não depende de mim. Confio em Quem sabe e pode todas as coisas. Melhores dias virão.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

+ pink


Desde que me lembro, sempre lhes chamámos queques. Há uns tempos parece que foram promovidos(?) e toda a gente começou a referir-se a eles como cupcakes mas, para mim, serão sempre queques. Ainda que queques com creme. E que bons que são!







pataniscas



Somos muito a favor de pataniscas de bacalhau com arroz de feijão e salada de tomate. Esta casa é muito fria e, apesar de ao fim da noite estar quentinha, quando chegamos a casa depois de algumas horas (ou dias) de ausência, está sempre imprópria para consumo. Por isso e também pelas paredes de meio metro de espessura e em pedra, lembra-me mais as casas da aldeia que as da cidade. E assim, apetece frequentemente regressar aos pratos tradicionais portugueses que as mães fazem, aos que nos aquecem!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

reciclar

As camas actuais têm dimensões bastante superiores às das que existiam há uns anos. Quer em casa dos meus avós como dos pais, sempre houve vários edredões com recheio de penas e por isso havia muitos sacos de edredão laváveis, alguns bem giros e em tecidos bons. Mesmo os lençóis de solteiro e de casal de então, são hoje bastante curtos e estreitos para que os possamos usar mas, na maior parte dos casos, mantêm-se em óptimas condições. Há uns meses, a minha mãe ofereceu-me toalhas de mesa que se lembrou de fazer para aproveitar alguns desses tecidos. Foi inevitável lembrar-me disso enquanto lia esta sugestão da Constança. Resolvi deixar aqui também esta ideia. Tenho usado muito as toalhas e fazem mesas mesmo bonitas.


domingo, 15 de janeiro de 2012

relógio de parede herdado



Este relógio de parede é daquelas coisas que me deixam dividida. Por um lado acho-o lindo, por outro que tem um ar pesado. Por um lado gosto mesmo de lhe dar corda e de ouvir o badalar das horas certas, por outro irrita-me o tic-tac constante. É daquelas coisas que deixei em casa dos meus pais até ao dia em que me sinta preparada para as trazer para a minha. Deitar fora ou vender nem está em causa, mas preciso de amadurecer para a reconciliação ser perfeita. Às vezes sinto-me quase lá.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

pão artesanal fora de casa


Que gosto muito de pão não é novidade para ninguém que me conheça ou já aqui tenha passado alguma vez. É o alimento por excelência e há poucos sítios em Portugal que o façam bem. É por isso que tenho de vos falar num sítio que me apresentaram há uns tempos e onde, depois disso, já voltei umas quantas vezes para lanchar ou simplesmente comprar pão artesanal quentinho. Chama-se Eric Kaiser e é a importação de uma das melhores padarias parisienses. É um luxo raro porque gosto de fazer o meu pão em casa mas, uma vez ou outra, vale a pena. Tem uma variedade enorme. É pão verdadeiro e muito, muito saboroso!





quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

as muitas vidas de um bouquet



Comprei este bouquet há 3 semanas. Os cravos entretanto abriram mas continuam mesmo bonitos aqui na sala. Para as flores durarem mais tempo é importante limparmos os caules, cortarmo-los em viés e não deixarmos nenhumas folhas ou partes de folhas submersas. Outra coisa que faço é mudar a água ao fim de 3 ou 4 dias e juntar sempre uma gotinha de vinagre ou de lixívia (altera o pH da água e evita a proliferação de bactérias). Eu uso uma gota de vinagre de cidra ou de framboesa porque não tolero bem o cheiro a lixívia e estes nem se sentem. Ao fim de algum tempo, se os caules começarem a ficar em mau estado, devem ser lavados e cortar-se uns centímetros acima. Outra coisa que gosto de fazer quando compro bouquets é separar os diferentes tipos de flores (ou verdes) e uniformizar cada jarra. Gosto mais de as ver assim e torna-se mais fácil a manutenção.





quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

pink



Há bolos em que vale a pena insistir. Este é o tal de que já partilhei a receita e cuja massa não leva gordura (para além da naturalmente presente nas amêndoas moídas). Promete e cumpre.



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

pequenas viagens exploratórias






Comecei ontem a fazer esta mantinha acolchoada para a Júlia. Se vai nascer em Março, vai precisar de mantas quentinhas e fofas no carrinho e no berço. Nunca tinha feito nada parecido e ainda ando a explorar a máquina de costura (por isso os remates são feitos manualmente), mas acho que não está a ficar nada mal!





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