sexta-feira, 29 de abril de 2011

Belisquem-me!

Fim-de-semana de chuva em casa?



quarta-feira, 27 de abril de 2011

saladas


Para mim, nenhuma refeição fica completa sem salada. Normalmente faço saladas frias e com legumes crus, ocasionalmente legumes cozinhados. Assim que chega o calor, há ingredientes que nunca podem faltar em casa, mesmo que se acabe tudo o resto.


by the way...


Ontem passei pelo hipermercado no regresso a casa e o peixe estava todo com óptimo aspecto. A bom preço e com um ar mesmo fresquinho, escolhi uma truta salmonada para assar. Cozi batatas com casca, acompanhei de salada e arrumei com o jantar.

A truta era enorme, calculei que sobrasse e, por isso, cozi logo batatas a mais para inventar alguma coisa para o almoço de hoje. Esmaguei as batatas com a casca, acrescentei-lhes o resto do peixe (pouco desfiado mas sem espinhas), duas malaguetas (vermelhas compridas) cortadas às rodelas, uma cebola pequenina picada, muita salsa (biológica - faz TODA a diferença), leite, farinha e 3 ovos. Misturei tudo muito bem, temperei com sal marinho e pimenta preta moída no momento e fritei pequenas porções em óleo de amendoim (não por imersão). No final, pareciam pataniscas e garanto que estava delicioso. Basta acompanhar com salada.



I ♥ restos

A ideia em si é deprimente, mas é a verdade. Dá-me muito mais prazer ver o que tenho no frigorífico e inventar uma boa refeição do que comprar tudo à conta, medir, pesar e seguir uma receita passo por passo. Replicar uma receita, qualquer um consegue (até a Bimby), usar a criatividade e ver "a coisa" resultar, é que dá gosto! 

Claro que valorizo muito os livros e revistas de culinária, acompanho blogs com receitas e adooooro programas sobre comida. Uma pessoa tem que se documentar! Não se pode inventar sem se ter uma mínima noção dos sabores a combinar, dos truques que existem e dos resultados que se podem esperar em cada situação. Não sou uma perita (longe disso!) mas sei que meio caminho para se saber cozinhar é gostar de comer. E, nisso sim, sou especialista.  :)

what's not to like?


coisas de outros tempos





Uns herdei da avó, outros da bisavó. São (mais alguns) pedaços de outros tempos, aos quais dou muito valor mas não sei o que fazer. Ficam nas gavetas e, volta e meia, vou olhar para eles. Trazem-me recordações boas e isso já não é pouco. Não sou grande "menina dos bordados" mas sei uns quantos pontos (ou não tivesse crescido na aldeia) e há uns anos atrás passei uns bons Verões com esse hábito. Parece-me que antes tinha muito mais tempo livre. Mas agora fiquei com vontade de ir vasculhar as minhas pastas antigas e juntar-me ao "clube". É uma pena que não seja muito fácil encontrar gráficos realmente giros à venda. Nesse aspecto (também nesse): viva a internet!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

época das tartes





Tartes de fruta são uma das minhas sobremesas preferidas. Ele não gosta de vários frutos e, de misturas, então nem pensar. O que vale é que, de morangos, framboesas, amoras e cerejas, gosta muito. É por isso que a época oficial das tartes está prestes a arrancar, este ano, cá em casa.

tia

O Pedro é o meu sobrinho mais velho. Vejo-o com bastante frequência mas é muito raro passar tempo sozinha com ele. Na semana passada fizemos isso e foi muito divertido: passeámos, desenhámos, cozinhámos e jantámos juntos.



sexta-feira, 22 de abril de 2011

Páscoa

"Quem, como Jesus, viveu dando-se sempre, dando tudo e dando-se todo, entrega a sua vida com perfeito domínio sobre ela. Jesus foi dando a sua vida cada dia, até ao fim, até a dar completamente, até esse dar-se configurar um dar tudo sem ficar com mais nada para dar. O resultado, visivelmente, é a morte.

Mas, Jesus morreu ou deu a vida? Morrer e dar a vida não é o mesmo. Pode-se morrer como quem apenas perde a vida: em dolorosa impotência, sente-se a vida a ser tirada. Ou pode-se morrer porque se dá a vida, ganhando cada momento dela e, na morte, ganhando, em triunfo, a vida toda."

inventar espaço


A minha mini-cozinha cresceu mais um bocadinho.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

0% gordura, 100% sabor




Experimentei o bolo de laranja da Andreia. Reduzi de 6 para 4 ovos e usei formas pequeninas em vez de uma grande (coze e arrefece mais depressa, logo, pode comer-se mais cedo!). Acho que é a receita mais simples de todo o sempre. A repetir, claro.

♥ lentilhas

As lentilhas são das leguminosas menos consumidas em Portugal (digo eu, contrariem-me se tiverem provas!) mas são muito saborosas e nutritivas. É frequente comprar enlatadas mas o sabor das que vêm secas em sacos é incomparavelmente melhor. E, como são tão pequeninas, basta ficarem de molho cerca de 2h e nem precisam de muito tempo para cozer.


Este texto foi escrito no pós II Guerra Mundial pela escritora inglesa Dorothy Sayers no seu ensaio "Why Work"

"Lembram-se – já vai sendo difícil recordar – de como as coisas eram antes da guerra? As meias baratas que comprávamos e deitávamos fora para poupar o trabalho do conserto? Os carros de que nos desfazíamos todos os anos para andarmos na última moda de design do motor e de desenho aerodinâmico? O pão e ossos e pedaços de gordura que enchiam os caixotes do lixo – não só dos ricos, também dos pobres? As garrafas vazias que até o homem do lixo se recusava a levar, porque os fabricantes achavam mais barato fazer novas que lavar as velhas? As montanhas de latas vazias que ninguém achava que valesse a pena aproveitar, enferrujando e cheirando mal nos monturos de lixo? A comida que era queimada ou enterrada, porque não compensava distribuí-la? A terra sufocada e empobrecida com cardos, porque não compensava pagar para cultivá-la? Os lenços de tecido usados para trapos de pintura e pegas de cafeteira? As luzes eléctricas deixadas acesas, porque dava muito trabalho apagá-las? As ervilhas frescas que deixávamos de debulhar e trocávamos por qualquer coisa em lata? O papel que obstruía as prateleiras, jazia nos parques pelo joelho e enchia os assentos dos comboios? Os ganchos de cabelo espalhados e louça em cacos, os pequenos enfeites de aço, madeira, borracha, vidro e lata que comprámos, para preencher meia hora livre na loja da moda e que logo esquecemos? Os anúncios implorando, exortando, lisonjeando, ameaçando e obrigando a saciar-nos com coisas que não queríamos, em nome da mania das grandezas, da ociosidade e do “sex appeal”? E a feroz escalada internacional para encontrar em nações indefesas e atrasadas um mercado onde podíamos despejar todo o lixo supérfluo que as máquinas inexoráveis produziam hora a hora, para criar dinheiro e emprego?"

Daqui, com permissão.

terça-feira, 19 de abril de 2011

seixos da praia


São amêndoas de açúcar e chocolate mas parecem pedrinhas apanhadas na praia. Não gosto muito de as comer mas gosto de olhar para elas e lembrar-me do som da rebentação das ondas ou de um rio a correr. Depois da noite de trovoada e da chuvada que apanhei ontem, estou com uma constipação que nem vos conto. Sonhar com o Verão é das poucas coisas que consigo fazer entre espirros.

1

Omeleta de ervas aromáticas com salada de cenoura e tomate.


domingo, 17 de abril de 2011

e se...

... a sua gata resolve tomar posse do saco da reciclagem?


sábado, 16 de abril de 2011

inércia

é a minha melhor amiga aos sábados. Acabaram-se os filtros de café, preciso de tinta para pintar uma mesa e 4 cadeiras, já só há um litro de leite em casa, e dou por mim a pensar como era bom bastar pensar nas coisas para que elas aparecessem. Tanto trabalho a sair de casa, pegar no carro, estacionar, procurar as coisas, ir para uma fila de supermercado num sábado à tarde, pagar, carregar sacos, voltar a conduzir, estacionar, subir escadas... e tudo para regressar ao local onde estou agora. Não era muito mais fácil pensar e as coisas aparecerem? Por que é que complicam?

wok + rebentos = :)


200g de rebentos (de lentilhas, grão, diferentes tipos de feijão...)
3 c.s. de azeite v.e.
1/2 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 cenoura ralada (bio)
sal q.b.
pimenta preta q.b.
1 chávena de salsa (bio) e cebolinho (bio) picados grosseiramente

sexta-feira, 15 de abril de 2011

sea food

Chegam estes dias quentes e só me apetece comer saladas frescas. Ontem abrimos uma excepção e, porque à noite ainda sopra uma brisa por Lisboa, fizemos um creme de marisco para o jantar. Isto só é digno de registo porque comprei 2 pães alentejanos que serviram de prato e foi um jantar diferente. Simples e diferente.



Pão alentejano
Coentros
Malagueta ou piri-piri
Pimenta preta
Sal marinho
Lombinhos de pescada
Camarão
(opcional: outros tipos de marisco)
cenouras
cebola
(opcional: alho francês ou outros vegetais)
Azeite virgem extra

quarta-feira, 13 de abril de 2011

tecidos antigos bonitos

Tecidos que eram da minha avó ou que guardo desde a infância, pequenas relíquias que não sei como aproveitar. Talvez até nem sejam nada de jeito mas trazem-me tão boas memórias que me parecem lindos. Se, por um lado é um desperdício não usar estes tecidos, por outro tenho receio de os cortar e estragar. Ando a pensar muito bem nisto. Aceito ideias, claro.









Inspira, expira.


Tenho muito trabalho e prazos a terminar, o sono completamente trocado, mil coisas por fazer em casa, vontade de fazer outras tantas para as quais não sobra tempo e a semana ainda nem vai a meio. Inspira, expira. Inspira, expira.



terça-feira, 12 de abril de 2011

?



As folhas cresciam, cresciam, cresciam e já tinha perdido esperança de ver flores nas minhas muscari este ano. Afinal... vieram tímidas e tarde, mas vieram. Não consigo identificar o problema. Pode ser luz a mais, calor excessivo, a qualidade da terra, a proximidade dos bolbos ou outro. Mas estou feliz na mesma.

ai!


Daqui. Nunca escondi que sou uma saídosdaconchaoólica. A simplicidade é uma coisa genial.

Pedro

O meu sobrinho teve uma  fase em que, quando lhe colocavam a politicamente incorrecta pergunta "Gostas mais da mamã ou do papá?", respondia: "Da mamã, do papá e da Raquel!".
Uma criança que sabe das coisas, é o que vos digo.

domingo, 10 de abril de 2011

vida & cor

A Primavera (alergias à parte) é a estação perfeita. Gosto da explosão de vida que acontece um pouco por todo o lado, dos cheiros, das cores e do calor.


Dentro de casa, além de flores frescas, e já que não posso ter pintaínhos nem amendoeiras em flor, gosto de decorar ovos. Esvazio-os (lavo-os, faço um furinho no topo e outro em baixo, sopro o conteúdo para fora e, sempre que possível, aproveito-o). Esta semana, em vez de os pintar, experimentei forrar um ovo com tecido e parece-me que resultou... gostei tanto!






sábado, 9 de abril de 2011

quintais

Viver num dos andares mais altos de um prédio tem vantagens como:
  • o ruído é menor,
  • a vista (regra geral) é melhor,
  • o ar é menos poluído,
  • há menos vizinhos pouco civilizados a sacudir tapetes, toalhas ou a atirar lixo para cima da nossa varanda ou da nossa roupa nos estendais,
  • a probabilidade de aparecerem aranhas, formigas ou outros insectos diminui,
  • pode fazer-se ginástica a subir e descer as escadas...
... mas num piso térreo pode ter-se quintal. E há coisas sem preço.

Gosto de ir à janela e olhar o verde nos quintais dos vizinhos.


Melhor do que um quintal no meio da cidade, só mesmo um terraço tão grande que permita ter plantas e todas as vantagens de um andar alto aliadas às de um quintal.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

ordenar: v. tr. - Pôr em ordem.












Se não existisse pó, o mundo seria um melhor sítio para se viver.
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