segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

bebés ao cubo

A tarde de domingo teve almoço no Café do Monte, música ao vivo na fnac do Chiado e acabou em corte e costura. Fiz um cubo em tecido com guizos dentro. 


A ideia não é original mas achei que seria relativamente simples e gostei muito do resultado. Espero que o pequenote também goste. É para o PR pequenino, o novo bebé da Miriam e do Paulo que tem estado adoentado e ainda não conheci pessoalmente. Melhoras rápidas.

E o pormenor do som dos guizos quando se agita... :)

domingo, 30 de janeiro de 2011

jantar de Domingo



Tenho as mãos a cheirar a atum e, por mais vezes que as lave, parece-me não sair (é possível que neste momento já seja só psicológico), mas compensou. Alface, molho de mostarda em pó misturada com vinagre balsâmico, pão torrado em alho e azeite (virgem extra) e ovo estrelado. Por fim, grelhei ligeiramente (de ambos os lados) um bife de atum envolvido em ervas e sementes de sésamo e fatiei-o. Salpiquei com coentros frescos e foi a melhor refeição da semana. Faz-se tudo em menos de 20 minutos e um bife chega para 2 pessoas.


relatório de progresso:

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

à janela


No meu local de trabalho, costumo estar a maior parte do tempo numa sala com 3 janelas, cada uma para uma realidade diferente. Esta é a minha preferida, até em dias escuros.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

muscari azuis

A minha sala nunca conseguirá ser tão bonita como esta, mas... os meus muscari azuis, hão-de ficar bonitos como estes.


domingo, 23 de janeiro de 2011

Muscari azuis a caminho

Os bolbos são impressionantes pela velocidade a que se transformam, crescem e enchem a casa de cores fortes. O verde das folhas já chegou, aguardo agora o azul das flores.


Pavlova de Maracujá


Tinha passado a receita para um caderno já há meses, enquanto via um bocado de um programa da Nigella. Desde então, fui adiando porque achava que seria muito difícil de fazer e tinha receio que não saísse bem. Nada disso, não só funciona como é tão, tão, tão, mas tão boa, que agora só tenho pena de já ter acabado e vou ter mesmo de a fazer mais vezes.



Peguem numa taça de vidro e esfreguem um limão cortado a meio pelo interior da taça para retirar possíveis gorduras e as claras em castelo montarem melhor. Coloquem 4 claras de ovo na taça e batam até começarem a formar montinhos, não precisam de estar em castelo muito firme. Continuem com a batedeira no máximo e vão acrescentando, uma de cada vez, até perfazerem 16 colheres de sopa de açucar granulado branco (4 colheres por cada clara). Deve obter-se um creme espesso a que se adicionam 2 colheres de sopa de farinha Maizena (amido de milho) e uma colher de chá de vinagre de vinho branco (eu usei vinagre de framboesa, tanto faz). Envolve-se suavemente com uma espátula ou brevemente com a batedeira no mínimo para não perder o ar.

Liga-se o forno a 180ºC para ir aquecendo. Num tabuleiro de forno, plano, coloca-se uma folha de papel vegetal culinário onde se desenha um círculo usando lápis e um prato (eu usei um prato de tamanho intermédio, para entradas). Com ajuda da espátula ou de um salazar, coloca-se a mistura cremosa no centro do circulo e molda-se para ficar com a mesma forma circular e plano (tanto quanto possível) na superfície. Uma espécie de cilindo baixinho! Coloca-se o tabuleiro no forno, fecha-se e porta e, logo de seguida, baixa-se a temperatura para os 140ºC. Deve ficar cerca de 45 minutos e depois basta desligar o forno e deixar arrefecer lá dentro. O ideal mesmo é fazer-se a receita num dia à noite, deixar o merengue toda a noite no forno a arrefecer e terminar a pavlova na manhã seguinte para ser a sobremesa do almoço.

Depois de pronta e fria (vai rachar, é normal, não se assustem) devem invertê-la e empratá-la com a face do papel vegetal para cima. Cobre-se com natas (200g de natas bem frias, batidas juntamente com uma colher de chá de açucar granulado) e depois com o conteúdo de 5 maracujás (maracujá em lata também serve, foi o que usei). E pronto! Fica indescritivelmente bom, a acidez dos maracujás corta o açucar do merengue e só quero que provem. *




sábado, 22 de janeiro de 2011

única





No sábado passado decidi fazer uma mala/saco para a Leonor, uma amiga que me tinha pedido que experimentasse fazer-lhe um. Como não tenho grande experiência, escolhi tecidos em conta que me pareceram giros, desenhei moldes originais e tentei fazer uma coisa de raíz. A combinação de cores acabou por sair um bocadinho psicadélica e, como boa amiga que sou, resolvi ficar com a mala para mim. Pelo menos é diferente e única, nem que seja só isso.  Noutro fim-de-semana volto a pensar na Leonor. Desculpa!

verde

Se a Primavera não vem até nós, vamos nós até à Primavera.



Coisas que me fazem + feliz

Encontrar isto:


Em Évora consegui uma solução mas aqui em Lisboa a praga é ainda pior. Nos correios disseram-me que os autocolantes estão esgotados e que, provavelmente, não voltarão a ser produzidos. Esta semana encontrei estes na secção de papelaria do hipermercado Continente. Acabou o lixo. Custa-me sempre muito ver aquela quantidade de papéis acumular-se, carregar sacos e sacos de papéis para o ecoponto sem sequer olhar para eles e pensar no dinheiro que gastam com isto e na poluição que produz. Não vou poder impedir os senhores que distribuem a publicidade de tocarem simpaticamente à campaínha e me acordarem todos os dias de manhã cedo - incluíndo sábados e domingos - mas pelo menos não contribuo activamente para prolongar este desperdício.

Ah!

No bolo de maçãs usei farinha integral (da Nacional). Daí a cor mais escura. Agora sim. Não tenho jeito nenhum para isto de passar receitas, se a experimentarem digam-me como correu para eu poder (tentar) melhorar.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

o meu bolo de maçã



Numa taça junto 2 ovos e açucar amarelo a olho (cerca de 100g) e bato com a batedeira na força máxima até ficar com um bocadinho de "espuma".  Adiciono também (gradualmente) cerca de 100g de farinha com fermento (ou farinha sem fermento e uma colher de chá de fermento), e vou misturando com a batedeira. Acrescento ca. de 50g de margarina vegetal vaqueiro (derretida em banho maria ou na temperatura de descongelação do microondas) e bato, acrescento 200ml de natas e continuo a bater. Se estiver muito seco adiciono leite, se estiver demasiado liquido acrescento farinha. Deve ficar com consistência cremosa. Coloca-se numa forma untada com margarina vegetal e pão ralado ou numa forma de silicone (colocar papel vegetal no fundo costuma ajudar a desenformar, mas nas formas de silicone tem sempre que se esperar pelo menos 10 minutos antes de desenformar. Nas outras também convém esperar para ficar um bolo mais húmido mas não é fundamental). Depois de se colocar a massa na forma, coloca-se o forno a aquecer (180º) e começam a descascar-se as maçãs reinetas que se vão cortando em lascas e colocando sobre a massa obliquamente. Uso cerca de 3 maçãs médias por bolo e depois vai ao forno. Cerca de 30 minutos depois já deve estar pronto. Dependendo da forma e do forno pode variar o tempo de cozedura mas não se deve deixar secar demasiado. Quando pronto, polvilhar com canela e açucar em pó usando um passador para ficar uniforme. Deixar arrefecer e atacar!

aconchego

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nem tudo o que parece, é.

Dizem que a temperatura vai baixar muito e, em consonância com isso, estou a sentir por antecipação uma vontade incontrolável de passar serões refastelada no sofá entre almofadas e mantas a ver séries com chá e biscoitos a acompanhar. O ridículo da condição humana é que lamento o facto de raramente o trabalho me permitir isso, mesmo tendo consciência de que se não tivesse emprego, a última coisa que me apeteceria era ficar refastelada num sofá. A velha história de só desejarmos o que não podemos ter, do "estou bem, aonde não estou porque eu só quero ir, aonde não vou". Assim sendo, mais vale o esforço consciente para sermos felizes com o que temos, por mais banal, desapaixonado ou pouco ambicioso que possa parecer. Porque nem tudo o que parece, é.


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

gostos e desgostos

Gosto muito de bolos de maçã com canela. Já o homem da casa, não suporta maçãs.
Na semana passada comprei reinetas e, para agradar a gregos (eu) e troianos (ele), fiz o dobro da massa e usei duas formas: fiz um bolo sem e outro com maçã. Ficaram ambos mesmo bons e cada vez mais me convenço de que nada supera as coisas simples. Bolos muito elaborados, exóticos, cheios de cremes, coberturas e camadas, enchem os olhos mas nunca, nunca sabem tão bem. Não sabem a lar doce lar.


sábado, 15 de janeiro de 2011

caixas de fósforos



Vivemos uns encostados aos outros. Vidas, vidas e mais vidas. Cimento, metal, confusão, tudo cruzado e sobreposto. Tanto a acontecer e, no meio, sossegados, pedacinhos de natureza.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

S.O.S.


O nevoeiro regressou, trouxe frio com ele e eu ando a pôr os sonos em dia. Estava de tal forma descompensada que, esta noite, dormi 14 horas e, se não tivesse mesmo que trabalhar, conseguia continuar a dormir. Mas, aos poucos, a coisa compõe-se. É mesmo Janeiro, aquele mês secante em que não se passa nada e dormir é o melhor a fazer. Os meus armários têm os fundos das gavetas a ceder por excesso de peso, tive que os transferir cheios para a marquise e, provisoriamente, resolvi fazer substituições por estantes baratinhas. Preciso de ideias para arrumar muito em pouco espaço. Parece-me que esse tipo de ideias chamam-se milagres.

e se...

... os frutos tivessem tampas?


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

semana a meio

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

o mundo é uma cabeça de alfinete

Conheci a Rita quando estudava em Coimbra. Chegámos a partilhar casas: na travessa das Condeixeiras junto à Sé Velha e depois na Couraça de Lisboa. Uns anos depois, quando fui trabalhar para Évora, voltámos a encontrar-nos e a partilhar a mesma cidade por um ano. Agora somos vizinhas em Lisboa.



Costumamos ouvir dizer que "o mundo é pequeno", mas não exageremos. Isto chega a ser inacreditável de tão improvável. Hoje fui a pé jantar com a Leonor a casa da Rita. Não mereço as amigas que tenho mas agradeço muito por elas.

sábado, 8 de janeiro de 2011

1/3

Anteontem, fez 10 anos que namoramos. Foi ele quem se lembrou, mas só ontem. 1/3 da vida juntos merecia uma lamechice.





quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia de Reis

Tradicionalmente, dia de desmontar a árvore de Natal e voltar a arrumar as decorações natalícias por mais um ano.


Passou depressa e, mais uma vez, sinto que podia ter saboreado melhor a época. Fica a frase do costume: para o ano é que vai ser!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Compota de Abóbora e Nozes


Como o ano terminou em correrias e febre, só esta semana semana pude concretizar o que andava a desejar desde que li isto. Segui a mesma receita (versão com menos açucar e mais canela) mas escolhi açucar amarelo e acrescentei o sumo de meio limão.  Também usei uma maior quantidade de nozes, não resisti.


Rende muito e ficou tão, mas tão bom, que agora só me apetece repetir a experiência e presentear toda a gente. Houvesse tempo.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

planos para 2011

A minha tia Ruth comemora este ano o 60º aniversário e eu acho que esse é o melhor pretexto que poderia encontrar para incluir nos planos para 2011 uma viagem à Alemanha. Tenho saudades.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

há 2 anos...

... por esta altura, andávamos ainda a desempacotar a casa e a arrumar caixotes. Não foi um Inverno muito frio e a casa ainda estava cheia de paredes brancas por explorar. Volta e meia fico com saudades de mudanças, uma casa nova é sempre um mundo de possibilidades.


domingo, 2 de janeiro de 2011

low tech


A vida é possível sem máquina de lavar a louça. Consideravelmente pior, mas possível.

tesouros

Por entre as tais coisas que vou guardando ao longo dos anos, aparecem verdadeiros tesouros. Essa é uma vantagem de quem guarda tudo: a alegria quando, inesperadamente, encontramos preciosidades no fundo de uma gaveta ou numa caixa esquecida.



Este pano bordado (muito, muito velhinho) era da minha avó materna, tenho uma vaga ideia de o ver usado como cortina na cozinha. É lindo, lindo, lindo.

aprender

Costumo dizer que sou uma acumuladora de tralha. Nem é uma designação muito justa, o que guardo não é tralha. Faço parte daquele grupo de pessoas a quem custa deitar fora tudo o que possa vir a ter utilidade futura, qualquer uma. Já fui mais assim, tenho tentado aprender a guardar apenas o essencial. Não se pode guardar muita coisa num T2 pequenino. Preciso de aprender também a comprar apenas o essencial. Isto passa muito por aprender, em primeiro lugar, a preferir o pouco ao muito, a escolher qualidade em vez de quantidade. Parece fácil mas não é.

tréguas

A partir de amanhã trabalho menos 2h por dia. O ritmo abranda e espero (numa ou duas semanas) conseguir reorganizar a casa, a louça, a roupa, os sonos, as papeladas e a vida. Tempo de tréguas.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Bom 2011!






Salada de camarão


1 alface iceberg cortada às tirinhas
2 cenouras raladas
1 lata de milho doce (sem açucar)
30g de rebentos de alho francês
1 molho de coentros frescos
8 tomates cherry cortados em metades
700g de camarão cozido para descascar
molho cocktail de whiskey
azeite virgem extra
vinagre balsâmico
sal marinho
pimenta moída na altura

2011

Acabo de entrar no novo ano com voz nasalada, entre lenços, termómetro e antigripines (e camarão, vinho branco, pão de ló, chocolates... não foi tudo mau). A partir daqui, o ano só pode melhorar. É o que desejo para mim e para todos: que seja sempre a melhorar.
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