Mais um ano chega ao fim.
Alguém conseguiu já explicar porque é que quando somos crianças o tempo parece passar tão devagar e à medida que crescemos a sensação é de que passou a correr? Foram 12 meses, 365 dias cheios. Sinto que me faltou tempo para muita gente e essa é a pior sensação. Mas foi este ano que, finalmente, consegui corrigir e passar para computador as memórias que a minha avó deixou manuscritas e partilhá-las com toda a família; o meu irmão (e a Catarina) regressaram para "perto" de nós e vão "dar-me" uma sobrinha, a Júlia; encontrámos uma casa maior de que gostamos mais e pela qual pagamos menos; ganhei uma nova amiga muito querida e aprendi muitas coisas novas. Foi um ano de muitas coisas boas e muitas coisas más, um ano menos sereno que os anteriores. Às vezes são precisos anos assim para nos acordarem. Não sei, estou a tentar tirar algo de positivo deste ano em que a palavra "crise" foi das mais ouvidas (e lidas). Sempre acreditei que os períodos de dificuldades são os de maior crescimento. Ninguém é desafiado a evoluir quando está numa situação confortável. É seguir!

















